Perfect Sense
Há 2 dias
| achatamento da parte de trás da cabeça, | |
| inclinação das fendas palpebrais, | |
| pequenas dobras de pele no canto interno dos olhos, | |
| língua proeminente, | |
| ponte nasal achatada, | |
| orelhas ligeiramente menores, | |
| boca pequena, | |
| tônus muscular diminuído, | |
| ligamentos soltos, | |
| mãos e pés pequenos, | |
| pele na nuca em excesso. |
A partir daí, Sofia e Alberto (seu professor de filosofia) vão viajando pela história da filosofia e dos principais pensadores desde a antiguidade até os dias atuais. Paralelamente, o enigma sobre quem é Hilde e sobre o porquê de suas vidas serem ligadas vai sendo desvendando aos poucos, até que o leitor percebe que existem muito mais realidades do que se podia imaginar. Mas você só conseguirá se envolver mesmo com a história se ficar na ponta da pelugem do coelho branco tirado da cartola. :)
Li o livro rapidinho, porque qualquer mulher que lembre de sua fase adolescente se identifica logo nas primeiras páginas com Anne. A cada linha a aflição aumentava e, quando ela escrevia seus sonhos e objetivos para o futuro, o aperto no peito era maior ainda.
Essa resenha veio da Karin Althuon. Ela também é apaixonada por livros e foi ela que me emprestou a trilogia da Corinne Hoffmann. Leia sobre isso aqui, no meu primeiro post. Depois de saber que ela gostou, estou LOUCA para ler também!John Boyne (nascido em 30 de abril de 1971) é um romancista Alemão. Ensinou língua inglesa no Trinity College, e Literatura Criativa na Universidade de East Anglia, onde foi galhardoado com o prêmio Curtis Brown. Já escreveu cinco romances e está escrevendo (em 2007) o sexto, assim como uma quantidade de contos que foram publicados em várias antologias e transmitidos por rádio e televisão. Seus romances foram publicadas em 29 idiomas. The Boy in the Striped Pyjamas é um "mais vendido" em Nova York e uma adaptação para o cinema começou a ser filmada em abril de 2007. Boyne reside em Dublim.
**Karin*va bene diz:gostei bastante do livro, no inicio realmente vc pensa "será que vai acontecer alguma coisa ou ele vai ficar falando da casa o livro inteiro"
Li em um dia e ainda reli algumas páginas depois, para rir mais um pouco. Eu já sabia que as crianças não tinham esse problema do "ser racional o tempo todo" ou "falar isso ou aquilo porque é politicamente correto". Mas não imaginava que todo mundo nasce poeta. Mas, aí crescemos e toda a poesia fica perdida em algum lugar dentro de nós.