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quarta-feira, 5 de abril de 2017

As Revelações de Dark - Anthony E. Zuiker - Ed. Record




As Revelações de Dark é o último livro da trilogia Grau 26 e traz a história da perseguição de Steve Dark a Labirinto, um serial killer cruel e inteligente que envia lições para a humanidade matando pessoas importante e atingindo órgãos do governo para passar seu recado.

Labirinto deixa uma charada a cada morte, revelando onde será o próximo ataque. Dark entende, então, que ele precisa se antecipar ao assassino, ao invés de focar no corpo encontrado procurando pistas. As charadas, por sinal, são muito inteligentes e bem construídas. Eu não teria decifrado nenhuma. Ai que burra!

Assim começa mais uma aventura à base de muita adrenalina, jogos de palavras e corrida contra ao tempo.
Achei o livro extremamente viciante e não consegui parar de ler até chegar ao desfecho. Em certo momento, quando começa uma desconfiança geral na equipe, até eu fiquei me perguntando se o assassino não era um deles. 


O final do livro tira até o fôlego, de tão bom! É uma surpresa atrás da outra e todas muito bem amarradas. O livro é ótimo e fecha a trilogia com chave de ouro!

A trilogia é composta por:
- Grau 26
- A Profecia Dark
- As revelações de Dark


Sobre o Autor


Anthony E. Zuiker (Blue Island, Illinois, 17 de agosto de 1968), é o criador e produtor executivo do seriado de grande sucesso CSI: Crime Scene Investigation, exibido pelo canal americano CBS. Zuiker produz três das versões do programa: CSI: Crime Scene Investigation (Las Vegas), CSI: Miami e CSI: New York. Também é autor da trilogia Grau 26.

Fonte: Wikipedia

segunda-feira, 3 de abril de 2017

A Profecia Dark - Anthony E. Zuiker - Ed. Record



A Profecia Dark é o segundo livro da trilogia Grau 26. Nesse livro, Steve Dark continua sua vida após ter matado Sqweegel, o pior assassino da história, que teve sua maldade categorizada como grau 26, sendo que os crimes, até então, iam até o grau 25. Se você não leu o primeiro livro, sugiro que pare por aqui, porque o que vou escrever agora conta o início desse livro, mas acaba com o suspense que ficou ao final do primeiro. Então, se você ainda não leu, FUJA desse post e corra para ler o primeiro volume, vale a pena!

Continuando, Steve Dark consegue, enfim, matar seu inimigo mortal e resgatar sua esposa, que tinha sido sequestrada por ele e teve sua filha no cativeiro. Porém, ela não resistiu e faleceu. Sua filha não sofreu nada e passou a ser a sua família. Para cuidar dela e não colocá-la em perigo, Dark deixou a polícia. Mas, por dentro, ele continua o detetive de sempre. No porão de sua casa, ele criou um verdadeiro escritório de inteligência, acompanhando os crimes e as estatísticas. 

Até que um novo assassino em série começa a fazer novas vítimas e uma misteriosa mulher cheia de poder e dinheiro entra em contato com ele para convidá-lo a ajudá-la na busca pelo criminoso. Ela acha que só Dark seria capaz de pegá-lo. Quem é essa mulher? porque ela é tão poderosa? Eles vão ter um caso? Hummmm, sabe de nada inocente! Leia de descubra!

O livro continua sendo complementado pelos vídeos mega bem produzidos disponíveis no site. E os capítulos curtos e movimentados ao extremo dão ação ao livro do início ao fim. A leitura é dinâmica e uma delícia!

Nesse livro, porém, a divisão dos crimes é diferente, pois o assassino segue sua matança de acordo com cartas de tarô. Steve tenta entender o estilo e se antecipar a ele, exatamente como tentou fazer no livro anterior. É por isso que ele é o melhor.

Com muito suspense e revelações bombásticas, A Profecia Dark é uma ótima pedida! Recomendo! :)

A trilogia é composta por:

- Grau 26
- A Profecia Dark
- As revelações de Dark


Sobre o Autor

Anthony E. Zuiker (Blue Island, Illinois, 17 de agosto de 1968), é o criador e produtor executivo do seriado de grande sucesso CSI: Crime Scene Investigation, exibido pelo canal americano CBS. Zuiker produz três das versões do programa: CSI: Crime Scene Investigation (Las Vegas), CSI: Miami e CSI: New York. Também é autor da trilogia Grau 26.

Fonte: Wikipedia

segunda-feira, 13 de abril de 2015

É melhor não Saber - Chevy Stevens - Ed. Arqueiro

É melhor não Saber é um livro que me trouxe duas vantagens: ler uma história sensacional, bem escrita e cheia de surpresas e conhecer uma autora ótima e com escrita cativante!

A capa já me deixou super interessada, com esse ar de suspense, floresta e semi escuridão. E o livro é bem assim, mesmo. Toda a vida criminosa de um homem trazendo dor, confusão e medo para o coração de uma mulher prestes a se casar e com uma filha pra criar. Sara viveu rodeada do amor de sua mãe adotiva e suas duas irmãs (filhas biológicas), mas sempre sentiu que era tratada diferente por seu pai adotivo. Isso a incomodava a acendia ainda mais a vontade de saber de onde ela vinha, quais as suas origens e histórico médico, este último principalmente por conta de sua filha.

Até que, às vésperas do seu casamento com Evan, Sara enfim descobre quem é sua mãe. Mas, quando ficam frente a frente, Sara percebe que sua presença causa um quase surto em Julia, sua mãe biológica, e desconfia que sua concepção deve ter sido traumatizante para ela. Triste por Julia não querer o mínimo contato com ela, Sara tenta descobrir o motivo para tanta hostilidade e descobre que ela foi concebida durante um estupro. Sua mãe biológica foi a única vítima do Assassino do Acampamento que conseguiu escapar com vida.

Super original, não é? E o livro é diferente e cheio de adrenalina do início ao fim! Mostra bem como ninguém é completamente bom nem completamente mau. Mostra a complexidade do ser humano e o limite sutil entre as características que nascem com a gente e aquelas que ganhamos de acordo com o meio em que vivemos. Faz pensar, mas faz sentir também.

A autora escreve com tanta competência que já fui atrás de Identidade Roubada, um outro livro dela, e ele deve chegar em casa nos próximos dias. Não vejo a hora de ler!

É melhor não Saber chega ao seu desfecho faltando algumas boas páginas para o final. Aí pensei: nossa, o que mais ela vai falar depois disso? E aí você percebe que ainda tem várias revelações para acontecer! É-mui-to-bom!

Sobre a Autora


Chevy Stevens nasceu e foi criada em uma fazenda em Vancouver Island, no Canadá, lugar até hoje muito presente em sua vida. Quando não está diante do computador, faz caminhadas com o marido e o cachorro pelas montanhas próximas à sua casa. Vendido para mais de 20 países, Identidade roubada tornou-se best-seller na Alemanha e nos Estados Unidos.


Fonte: Skoob

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Coração Maligno - Chelsea Cain - Ed. Suma de Letras


Não sei se o livro é bem bom ou se eu que estava mega viciada na trilogia. Só sei que de-vo-rei o livro da primeira até a última página em dois dias. Como tinha dito na resenha do segundo livro, Coração Apaixonado, assim que acabei um, comecei o outro. Minha curiosidade não me deixava!

Ainda bem que fiz isso, porque aí a gente não perde o fio da meada, ainda mais em trilogias como essa, em que um livro começa do ponto em que o último terminou.

Nesse último livro, quase todo mistério envolvendo os sentimentos de Archie e Gretchen são revelados. Porém, ainda restam várias pontas que tornariam um quarto livro tão eletrizante quanto. Será que virá uma continuação por aí??? Diz que sim!

Achei o segundo livro o melhor de todos os três. O terceiro é muito bom também, mas a gente já está tão envolvido com Archie, Gretchen, Susan e Henry que os outros personagens que entram nessa história acabam parecendo intrusos. Estranho, né? Mas foi essa a sensação que eu tive, pode isso produção?

Espero sinceramente que a doida e psicótica da Chelsea Cain esteja programando continuar a nos contar as aventuras loucas dessa serial killer linda, inteligente e pra lá de louca. UPDATE: E vai sim! Nossa leitora Brenda já me adiantou que tem mais três livros já publicados lá fora, mas que a qualidade já não é a mesma dessas primeiras histórias. Valeu, Brenda!

Um ponto muito legal desse livro é que ninguém ficou tentando descobrir o motivo pelo qual a assassina mata. Ela simplesmente é má. Sente prazer em matar. Psicopata e ponto. Não foi estuprada pelo pai, não teve a mãe assassinada a queima roupa na sua frente, não foi torturada por um maníaco na infância nem nada do gênero.

E o mais legal é que, quando terminamos o terceiro livros, continuamos mega curiosos para saber um monte de respostas. Eu to louca para ler a continuação. E você?


Confira os três livros da trilogia e suas respectivas resenhas:

- Coração Ferido
- Coração Apaixonado
- Coração Maligno
 

Sobre a Autora

Chelsea Cain nasceu em 1972 e viveu os primeiros anos de vida numa comunidade hippie no Iowa, passando a juventude em Bellingham (Washington), nos EUA. Actualmente, vive em Portland, no estado de Oregon, com a sua família. Cain foi nomeada uma das quatro autoras sensação do Outono de 2007 pela Entertainment Weekly. Beleza Assassina foi considerado Amazon’s Mystery/Thriller of the Year em 2007 e recebeu a distinção New York Times Book Review – editor’s choice.

Fonte: Skoob

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Coração Apaixonado - Chelsea Cain - Ed. Suma de Letras


Adorei o segundo livro da trilogia! Eu, que já tinha entrado no mundo de Gretchen Lowell no primeiro livro, entrei ainda mais no segundo. Achei a história mais movimentada, com mais surpresas e cheia de adrenalina. Nesse livro, a serial killer é, enfim, encarcerada. Aí a gente pensa que está tudo terminado, né? Até parece! Archie vai vê-la todo domingo e eles parecem ainda mais obcecados um pelo outro. Até que Gretchen é estuprada e violentada por um dos carcereiros e aí começa a grande reviravolta do livro. 

Neste livro tem de tudo: ameaça aos filhos de Archie, sexo entre mocinho e bandido, Síndrome de Estocolmo mais forte do que nunca, assassinato, suicídio, estupro e até doenças fatais, como cirrose. Ufa! Já deu pra perceber que não conseguia parar de ler, né? Quando você pensava em soltar a respiração porque alguma situação tinha chegado ao fim, outra ainda mais tensa começava. Jesus me abana! 

ATENÇÃO: Spoiler pesado daqui pra baixo!

Para não dizer que o livro não tem defeitos, achei que o motivo para o prefeito Buddy ter matado Castle foi totalmente forçado e sem noção. Matar para proteger a pessoa de um escândalo e depois se suicidar. Oi??? Fraco demais. A autora é muito boa e poderia ter inventado um motivo melhor para dar mais veracidade ao assassinato.

Assim como fiz com o primeiro livro, assim que acabei Coração Ferido comecei a ler Coração Apaixonado. E, obviamente, agora vou começar correndo o Coração Maligno. Tô louca pra saber o desfecho dessa história surreal de amor (ódio?) entre Archie e Gretchen. 

Sobre a Autora

Chelsea Cain nasceu em 1972 e viveu os primeiros anos de vida numa comunidade hippie no Iowa, passando a juventude em Bellingham (Washington), nos EUA. Actualmente, vive em Portland, no estado de Oregon, com a sua família. Cain foi nomeada uma das quatro autoras sensação do Outono de 2007 pela Entertainment Weekly. Beleza Assassina foi considerado Amazon’s Mystery/Thriller of the Year em 2007 e recebeu a distinção New York Times Book Review – editor’s choice.

Fonte: Skoob

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Coração Ferido - Chelsea Cain - Ed. Suma de Letras


Coração Ferido é o primeiro livro de uma trilogia eletrizante. Com enredo bem original, esse thriller conta com uma serial killer! Isso mesmo, a assassina é uma mulher! E o mocinho é o detetive Archie, que foi sequestrado e quase morto por Gretchen e o único que conseguiu pegá-la. Porém, a vida dos dois nunca mais foi a mesma depois de se conhecerem. Ambos entram em uma teia de vícios, dependência, sedução e muito mistério.

No meio disso tudo, outros personagens completam a trama: seu amigo e também policial Henry, uma jornalista cheia de traumas chamada Suzan e a ex-mulher de Archie, Debby, que afirma que seu marido tornou-se uma outra pessoa depois de ver Gretchen pela primeira vez.


A trama prende a atenção do início ao fim e a gente até perde o fôlego em alguns momentos. Ok, tem violência, mas o suficiente para tornar o livro empolgante e único. Outro ponto positivo dessa trilogia é que há sempre um acontecimento central em cada livro, que confere início, meio e fim à história. Por mais que ela continue com os mesmos personagens no livro seguinte e com a mesma história macro, há particularidade que começam e terminam na mesma obra, deixando a gente com vontade de ler o próximo mas sem aquela sensação de que o livro terminou cedo demais.

Sobre a Autora

Chelsea Cain nasceu em 1972 e viveu os primeiros anos de vida numa comunidade hippie no Iowa, passando a juventude em Bellingham (Washington), nos EUA. Actualmente, vive em Portland, no estado de Oregon, com a sua família. Cain foi nomeada uma das quatro autoras sensação do Outono de 2007 pela Entertainment Weekly. Beleza Assassina foi considerado Amazon’s Mystery/Thriller of the Year em 2007 e recebeu a distinção New York Times Book Review – editor’s choice.

Fonte: Skoob

terça-feira, 8 de abril de 2014

Não conte a ninguém - Harlan Coben - Ed. Arqueiro




Começo essa resenha De Não conte a Ninguém - o segundo livro de Harlan que li - falando sobre a capa. Achei muito legal a imagem conseguir transmitir o mistério que traz a história e mostrar o tal do lago, tão abordado na trama.

Há pouco tempo tinha lido Desaparecido para Sempre e gostei tanto que pensei: preciso ler outro livro do autor para ver se ele mantém a qualidade nas suas demais obras. E como mantém! 


Não conte a ninguém traz o mesmo estilo de criar suspense atrás de suspense e depois ir desvendando tudo aos poucos, para então trazer ainda mais mistérios à trama. E eles se encaixam tão bem e são tão bem amarrados que você simplesmente não consegue parar de ler até chegar à última linha. Como se não bastasse, o final do livro traz uma revelação ainda mais bombástica que todo o resto. Não tenho outra palavra para dizer que não seja: sen-sa-cio-nal. 

Não é à toa que Harlan Coben está lotado de prêmios. Realmente, ele merece cada um deles. Que imaginação privilegiada!

E o melhor dos livros dele é que esses mistérios, quando desvendados, não são NADA forçados. Não ficam parecendo motivos inventados só para dar sentido à história. Eles são tão bem amarrados e fazem tanto sentido que poderiam acontecer na "vida real". Ainda mais esse livro, que conta a história de um amor tão forte capaz de vencer a morte. Os protagonistas -
David Beck e Elizabeth - se conheceram aos 7 anos de idade e, desde então, viviam grudados feito unha e carne. Na adolescência apaixonaram-se, namoraram e casaram. Quem não conhece um casal assim? Eu conheço!!

Até que Elizabeth morre depois que o casal é atacado por um serial killer. David sobrevive, mas 8 anos depois, ainda não superou a perda da esposa nem conseguiu esquecê-la. Até que, no dia em que eles completariam mais um aniversário juntos, ele recebe uma mensagem que só ela poderia ter mandado. Daí pra frente, o mundo de David vira de cabeça pra baixo. E é aí que a história se desenrola. Ficou curioso? Compra já! Vale a pena, garanto!

Entre Não Conte a Ninguém e
Desaparecido para Sempre, eu particularmente gostei mais do segundo. Mas é questão de gosto mesmo, porque a qualidade de ambos é inquestionável. 


Sobre o Autor

Harlan Coben (nascido em 4 de Janeiro de 1962) é um autor americano de livros do gênero "mistério", onde muitas vezes suas histórias envolvem casos de eventos não resolvidos no passado, como homicídios e acidentes fatais, onde até o fim do livro ocorrem diversas reviravoltas.

Coben estava em seu último ano na faculdade, quando ele percebeu que queria escrever. Seu primeiro livro foi aceito quando ele tinha vinte e seis anos, mas depois de publicar dois suspenses independente na década de 1990  (Play Dead em 1990 e Cure Miracle em 1991),  ele decidiu por uma mudança de direção e começou uma série com seu personagem Myron Bolitar. 


Os livros que compõem a série conta a história de um ex- jogador de basquete que virou agente desportivo (Bolitar), que investiga crimes envolvendo seus clientes. Coben ganhou um prêmio Edgar, um prêmio Shamus e um prêmio Anthony. Ele foi o primeiro escritor a ter recebido todos os três. Hoje, ele vive em Ridgewood, Nova Jersey com sua esposa e seus quatro filhos.

Fonte: Wikipedia

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Lua de Mel - James Patterson - Ed. Arqueiro


Apesar de ser um autor bem famoso com diversas publicações, esse foi o primeiro livro de James Patterson que li. E gostei. Bem escrito, o thriller vai prendendo nossa atenção e, quando percebemos, estamos lendo há horas, loucos para saber o que acontecerá em seguida. Os personagens são misteriosos, o desenrolar da trama tem várias surpresas inesperadas e o desfecho é metade previsível, metade surpresa, mas a parte da surpresa, na minha opinião, deixou furos no enredo.

De um modo geral, não é um livro inesquecível, mas é uma obra que vale a pena. Classificaria como mediana.

Lua de Mel conta a história de Nora, uma mulher rica, atraente, inteligente e extremamente fria, que vê nos homens quer conquista oportunidade de conseguir ainda mais poder. Ela faz o tipo viúva negra. Sentimentos genuínos pelos homens não fazem parte da sua vida, até que ela conhece um homem que desperta nelas sentimentos desconhecidos. Pela primeira vez, o que ela sentia não era falso, não era premeditado. O problema é que esse homem é um agende disfarçado do FBI. Daí pra frente, muita adrenalina e ação tomam conta da história.

Acho que a relação extra emprego de O`Hara e Susan era pra ser uma surpresa, mas eu saquei logo no começo. Faltou perspicácia para esconder mais o fato e surpreender o leitor.

Apesar de ter vibrado com o final, acho que o enredo ficou com várias brechas e furos que deveriam ter sido melhor explicados.

Vou dar exemplos abaixo, mas NÃO CONTINUE SE VOCÊ AINDA NÃO LEU O LIVRO.

Por exemplo: a irmã de Connor, que é quem mata Nora no fim das contas. Como ela desconfiou de Nora? No livro ela menciona que seguiu a noiva de seu irmão por muito tempo, mas e daí?

Outro fato jogado é a substância que matou Nora. Entendo que a irmã de Connor tenha feito Nora morrer provando do próprio veneno, mas as vítimas da assassina ingeriam duas substâncias que, combinadas, levava à morte. Nora morreu tomando uma só. O que ela tomou? Qual a reação da substância em seu organismo?
Não sei você, mas eu fiquei bem curiosa para ter essas respostas. E aí o livro acabou. Humpf.

Sobre o Autor


Depois que Patterson se aposentou da publicidade em 1996, dedicou seu tempo à escrita de romances. A maioria dos romances giram em torno de seu personagem Alex Cross, um psicólogo forense, que anteriormente trabalhou no Departamento de Polícia de Washington e no FBI, mas que agora trabalha como consultor de psicologia para o governo. Os livros com o personagem Alex Cross são seus romances mais populares e mais vendidos das séries de detetive dos Estados Unidos nos últimos dez anos.

Patterson escreveu 130 livros em 38 anos. Seus romances estiveram 19 vezes consecutivas como Best-Sellers, segundo o jornal The New York Times, e detém o recorde do jornal The New York Times por ter os títulos de ficção de capa dura mais vendido por um único autor, num total de 63, que é também um recorde mundial. 

Seus romances representam um em cada 17 romances de capa dura vendidos nos Estados Unidos e nos últimos anos seus romances já venderam mais cópias do que os de Stephen King, John Grisham e Dan Brown juntos.

Fonte: Wikipedia.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Desaparecido para Sempre - Harlan Coben - Ed. Arqueiro



Se o livro que você leu ou que você viu para vender com esse título não tiver essa capa, não se assuste. Esse livro tem uma cacetada de capas por aí. O meu tem essa capa aí, que achei legal por transmitir mistério, que é a característica principal do livro, mas que seria melhor se ficasse claro que esse lugar é um cemitério.

Esse é o primeiro livro do renomado Harlan Coben que leio. E, preciso dizer, se todos os livros dele tiverem essa pegada, vou virar fã!


Mas, vamos ao que interessa: a história! E que história, meldels! Quando você já está sem fôlego com o desenrolar de um mistério, outro mais cabeludo ainda é adicionado. Notei que o livro era realmente bom no momento em que me peguei levando-o até para fazer xixi. Ops, ok, vamos parar de contar intimidades. O mistério que leva a muitos outros e só cresce durante o livro começa com a mãe de Will Klein, o protagonista, em seu leito de morte, falando uma frase que ele torceu para ouvir nos últimos 11 anos: seu irmão, seu herói, que desapareceu após ser acusado de matar e estuprar uma vizinha (e ex namorada de Will) estava vivo. E era inocente.

Como ela sabia disso? Onde estava Ken? Ela já não poderia mais responder, mas Will precisava descobrir, sua sanidade dependia disso. No meio disso tudo, a namorada de Will há um ano (que foi a única que o fez esquecer o amor por sua ex assassinada) desaparece sem deixar pistas, só um bilhete com a frase "te amarei para sempre". E a frase do livro que resume bem toda a história é:
"No fim, a mais desagradável das verdades é preferível à mais bela mentira".

Se você quer perder a respiração e, no fim, falar: N-Ã-O A-C-R-E-D-I-T-O, compre "djá" este livro! Eu já tratei de adquirir Não Conte a Ninguém, outra obra do autor, para ver se ele é bom assim em toooodos os livros que escreve.


Sobre o Autor

Harlan Coben (nascido em 4 de Janeiro de 1962) é um autor americano de livros do gênero "mistério", onde muitas vezes suas histórias envolvem casos de eventos não resolvidos no passado, como homicídios e acidentes fatais, onde até o fim do livro ocorrem diversas reviravoltas.

Coben estava em seu último ano na faculdade, quando ele percebeu que queria escrever. Seu primeiro livro foi aceito quando ele tinha vinte e seis anos, mas depois de publicar dois suspenses independente na década de 1990  (Play Dead em 1990 e Cure Miracle em 1991),  ele decidiu por uma mudança de direção e começou uma série com seu personagem Myron Bolitar. 


Os livros que compõem a série conta a história de um ex- jogador de basquete que virou agente desportivo (Bolitar), que investiga crimes envolvendo seus clientes. Coben ganhou um prêmio Edgar, um prêmio Shamus e um prêmio Anthony. Ele foi o primeiro escritor a ter recebido todos os três. Hoje, ele vive em Ridgewood, Nova Jersey com sua esposa e seus quatro filhos.

Fonte: Wikipedia



segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

O Dossiê Hórus - Jamil Cury - Ed. Biblioteca 24 horas


Adoro ler livros de qualidade de autores brasileiros iniciantes. =)

Jamil Cury é amigo de uma amiga e ela me emprestou seu livro, o primeiro de uma trilogia, em dezembro de 2013. Foi a minha última leitura do ano, o livro de número 60!

O Dossiê Hórus é um livro intrigante que conta a história de um grupo secreto formado por mega empresários de vários países (inclusive do Brasil), que tenta dominar o planeta por meio de jogadas políticas, tramas e até assassinatos.

O livro começa com Giovanni Moretti, empresário da maior rede de comunicação do Brasil, escrevendo um dossiê que conta tudo sobre esse grupo secreto e tentando chegar até Brasília para entregá-lo ao Presidente da República. Infelizmente, ele não vai conseguir fazer isso. Daí pra frente, crimes, tramas e muito suspense tomam conta da trama, que envolve os filhos de Moretti, sua esposa, uma jornalista, seu marido e um policial como protagonistas.

O livro tem descrições bem detalhadas de objetos e cenas, que às vezes cansam um pouco por deixarem a história mais longa e por não terem importância crucial para a trama. Outro ponto que me deixou incomodada foi o foco no líder do Hórus, suspense que a toda hora era mencionado, mas que não trouxe grandes surpresas quando foi revelado. A reviravolta e as revelações acerca de Tânia Moretti me causou muito mais surpresa e merecia um destaque maior. 

O livro é muito bem escrito e prende a atenção do leitor do início ao fim. Pretendo seguir com a trilogia e ler os próximos livros assim que forem lançados.

Sobre o Autor


Jamil Cury nasceu em Setembro de 1971. Filho de um empresário do ramo imobiliário e de uma contadora, teve sua paixão pela leitura despertada com aproximadamente 13 anos, quando seu pai lhe presenteou com uma assinatura do extinto Círculo do Livro, um clube de leitura que lhe enviava semanalmente catálogos de livros que ele escolhia e adquiria.

Ainda jovem, escreveu e dirigiu peças de teatro para escolas e igrejas. Em 2010, escreveu a crônica O TESTAMENTO, publicada pela revista Literatura. É administrador, palestrante, professor de Teologia e especialista em Tecnologia da Informação. Atualmente mora em São Paulo.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

A Menina que Brincava com Fogo - Stieg Larsson - Ed. Companhia das Letras




Uns bons meses depois de ter lido Os Homens que não Amavam as Mulheres resolvi terminar a trilogia Millenium e parti para o segundo livro: A Menina que Brincava com Fogo, com suas 608 páginas. Eu estava bem atarefada na época e acabei demorando 15 dias para terminar o livro, mas a história é tão boa que na sequência já comecei o terceiro. A resenha do primeiro livro você confere aqui

Nesta obra, o foco principal sai de Mikael Blomkvist e passa a se concentrar quase que totalmente em Lisbeth Salander. O começo do livro, assim como aconteceu no primeiro, pareceu-me um pouco arrastado, como se a história demorasse para engrenar. Se você está passando por isso, não desista, pois te garanto que ela engrena. =)

A história começa com
Mikael tentando aproximação com Lisbeth e ela ignorando-o completamente. Você sofre junto com ele e fica com dó da rejeição, torcendo para que os dois conversem e voltem a formar a dupla do primeiro livro, por mais que eles não combinem em absolutamente nada. Novos personagens entram de cabeça na trama, como Zala - um assassino e ex espião russo - e Miriam Wu - uma amante ocasional e amiga de Lisbeth.

Nesse livro, será possível começar a conhecer todo o passado da personagem e entender os motivos pelos quais ela é tão reservada e desconfiada. Quando essas revelações começam a tomar corpo, você simplesmente não vai conseguir parar de ler. Quer apostar? 

Larsson se mostrou num mestre na arte de deixar o suspense no ar para depois surpreender o leitor. Em A Menina que Brincava com Fogo, nada é o que parece ser. A gente pensa mil coisas, tem plena certeza de que sua irmã gêmea vai aparecer na história e dar uma reviravolta em tudo. Quando acaba o livro, porém, a gente vê que nada disso aconteceu, mas várias outras situações que a gente não imaginava foram desvendadas. O livro é digno de um "uau!" em vários momentos.

Perto do fim do livro, um grande segredo é revelado e, obviamente, assim que acabei o segundo fui correndo pegar o terceiro para começar. Fiquei tão envolvida com a história que fui atrás do filme para assistir. Adorei!!! Lisbeth ficou bem parecida e Mikael também. Agora quero ver os filmes correspondentes aos dois outros livros da trilogia. Confiram o trailer de Os Homens que não Amavam as Mulheres, lançado em 2012.


Sobre o Autor

Karl Stig-Erland Larsson (Skelleftehamn, 15 de agosto de 1954 — Estocolmo, 9 de novembro de 2004), mais conhecido como Stieg Larsson, foi um jornalista e escritor sueco. Destacou-se no cenário internacional pela trilogia Millennium, de sua autoria e lançada postumamente. A Trilogia foi um sucesso de crítica e de público em todos os países em que foi lançada. Em seu país de origem, Suécia, uma em cada quatro pessoas leu pelo menos um exemplar da série.

Larsson viveu boa parte de sua vida na cidade de Estocolmo, tendo trabalhado no campo do jornalismo e sido pesquisador independente do extremismo político em seu país.

Fonte: Wikipedia

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

A Rainha do Castelo de Ar - Stieg Larsson - Ed. Companhia das Letras


No fim de 2013, foi questão de honra terminar a trilogia Millenium antes da virada do ano. Com suas 688 páginas e na loucura total para finalizar os projetos pendentes da minha empresa, levei uns 20 dias para ler a obra, mas quando terminei sabia que ia sentir falta dessa trama tão bem elaborada e cheia de surpresas. Certamente essa trilogia foi um dos melhores thrillers que já li.

Neste terceiro livro, Mikael faz de tudo para provar que Lisbeth sofreu a vida toda por conta de ser filha de quem é, ao mesmo tempo em que tenta provar a inocência da amiga, acusada de triplo assassinato. Mesmo internada num hospital para se recuperar de um ataque que quase a matou, Lisbeth consegue meios para se agilizar e desmascarar quem tem culpa no cartório. 

Cheio de surpresas e revelações, o último livro não deixa a desejar e termina de um jeito bem fofo. Depois de ler a última linha, respirei fundo e curti aquela sensação ótima de terminar algo que realmente valeu a pena. 

Um ponto negativo deste livro (assim como do primeiro) é a quantidade de personagens secundários. É tanto nome que eu acabava me perdendo e ficava na dúvida de quem era quem, principalmente em relação aos membros da Seção.

Confira a resenha do primeiro e do segundo livros.


Sobre o Autor

Karl Stig-Erland Larsson (Skelleftehamn, 15 de agosto de 1954 — Estocolmo, 9 de novembro de 2004), mais conhecido como Stieg Larsson, foi um jornalista e escritor sueco. Destacou-se no cenário internacional pela trilogia Millennium, de sua autoria e lançada postumamente. A Trilogia foi um sucesso de crítica e de público em todos os países em que foi lançada. Em seu país de origem, Suécia, uma em cada quatro pessoas leu pelo menos um exemplar da série.

Larsson viveu boa parte de sua vida na cidade de Estocolmo, tendo trabalhado no campo do jornalismo e sido pesquisador independente do extremismo político em seu país.

Fonte: Wikipedia

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Grau 26 :: A origem - Anthony E. Zuiker - Ed. Record


Perturbador é a palavra que melhor define este livro. Steve Dark, o detetive que chegou mais perto de capturar o pior assassino da história, teve toda a sua família adotiva assassinada por esse criminoso ardiloso e praticamente impossível de ser capturado.

Dizem que não existe crime perfeito, mas Sqweegel parece ter inventado. Ele não deixa pista alguma e parece brincar com aqueles que tentam encontrá-lo. O nome do livro veio dos graus de perversidade utilizados pela policia para categorizar os níveis de psicopatia, que vão desde oportunistas simples do primeiro grau até os mais cruéis do vigésimo quinto.  Os piores assassinos da história não passaram do grau 23. Até que surge alguém que é tao perverso, tão macabro que é preciso criar um novo grau para categorizá-lo: o grau 26.

Sqweegel mata de várias maneiras diferentes: estupra, envenena, queima, estrangula e tortura pessoas. Ao  longo de 20 anos, sem nunca deixar uma pista sequer, várias vítimas foram encontradas e nunca ninguém conseguiu chegar tão perto de prendê-lo como Steve Dark. Infelizmente, ele escapou por pouco. Agora, Dark é casado e sua esposa está grávida. Neste momento, Sqweegel começa a matar e deixar rastros propositalmente. Qual seria sua intenção? Como essa história termina? Só lendo para saber.

A história é muito bem escrita e prende o leitor do início ao fim. O autor é o mesmo que criou a série CSI e esse livro faz parte de uma trilogia. Além disso, é o primeiro livro que mistura conteúdo físico e virtual. Eu explico: de tempos em tempos, uma senha é apresentada no livro para que o leitor acesse o site e, digitando o código, tenha acesso a vídeos que mostram algumas das cenas descritas na obra. É só um complemento, os vídeos não dão nenhuma informação a mais, mas mesmo assim eu gostei. No próximo, acho que os videos poderiam ter um papel mais importante, complementando os fatos, quem sabe. Recomendo!

Sobre o Autor

Anthony E. Zuiker (Blue Island, Illinois, 17 de agosto de 1968), é o criador e produtor executivo do seriado de grande sucesso CSI: Crime Scene Investigation, exibido pelo canal americano CBS. Zuiker produz três das versões do programa: CSI: Crime Scene Investigation (Las Vegas), CSI: Miami e CSI: New York. Também é autor da trilogia Grau 26.

Fonte: Wikipedia

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Os Homens que não Amavam as Mulheres - Stieg Larsson - Ed. Companhia das Letras


Pensem em um livro grosso. Agora, pensem em um livro grosso que, até a metade, conta uma história truncada, devagar, sem prender a atenção e arrastada. E, agora, pensem em um livro que fica tão bom da metade para o final que todo o sacrifício de ler o começo valeu a pena. Esse é Os Homens que Não Amavam as Mulheres.

No fim da história, achei o livro tão bom, mas tão bom, que comprei os outros dois livros da trilogia no dia seguinte. Tudo bem que ainda não os li, mas prometo terminar a trilogia ainda em 2013.

Trata-se de um romance policial que mistura suspense, assassinato e investigação. Os personagens principais são o jornalista Mikael Blomkvist e a hacker problemática Lisbeth Salander.

A história é muito boa e vai tomando corpo no decorrer do livro, mas a leitura é confusa em várias partes, principalmente quando se fala da família Vanger, que é cheia de gente e faz com que o leitor de perca enquanto tenta entender de qual dos integrantes os personagens estão falando.

O mistério envolvendo os Vanger vai sendo desvendado aos poucos e, na última parte do livro, eu já estava totalmente viciada na leitura. O final é surpreendente e muito original, saindo total do lugar-comum.

O livro tem personagem pra caramba, mas me identifiquei muito com Lisbeth. A personagem não tem absolutamente nada a ver comigo, mas é tão bem construída que certamente deu ainda mais graça à obra. Acho que o livro perderia uns 50% do seu encanto se ela não existisse. A parte em que ela se vinga de um homem nojento que pisa na bola com ela é sensacional. Eu quase saí gritando e dando pulos de alegria pela casa. Uma das melhores passagens do livro, sem dúvida.


Não vou contar muito da história porque é legal ler e ser pego de surpresa, mas posso adiantar que tudo começa a ficar interessante quando Henrik Vanger contrata o jornalista para tentar descobrir quem matou sua neta Harriet, há décadas. Resumindo, é leitura obrigatória pra quem gosta de thrillers.

Sobre o Autor


Karl Stig-Erland Larsson (Skelleftehamn, 15 de agosto de 1954 — Estocolmo, 9 de novembro de 2004), mais conhecido como Stieg Larsson, foi um jornalista e escritor sueco. Destacou-se no cenário internacional pela trilogia Millennium, de sua autoria e lançada postumamente. A Trilogia foi um sucesso de crítica e de público em todos os países em que foi lançada. Em seu país de origem, Suécia, uma em cada quatro pessoas leu pelo menos um exemplar da série.

Larsson viveu boa parte de sua vida na cidade de Estocolmo, tendo trabalhado no campo do jornalismo e sido pesquisador independente do extremismo político em seu país.

Fonte: Wikipedia