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segunda-feira, 30 de março de 2015

Consumismo mode on: nova aquisição!



Pense numa pessoa enlouquecida quando viu um anúncio de case para celular no Ali Express: era eu, semana passada, quando vi que, enfim, eu teria um item de um dos meus livros/filmes/histórias favoritas para chamar de meu.

Achei o case lindo e super acessível! Vocês não acharam meigo demais? Suspiros...

Para quem quer andar com o celular fazendo par com o meu, aí vai o link do produto à venda no Ali. Agora é só segurar a ansiedade e esperar os séculos que os produtos vendidos no Ali levam para chegar.

Quando eu estiver com a minha capa linda-maravilhosa-idolatrada-salve-salve tiro foto e mostro aqui no blog, ok?

beijos consumistas e até a próxima! :)

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A Estrela que nunca vai se Apagar - Esther, Wayne e Lori Earl - Ed. Intrinseca

 "O autor Jack Kornfield diz que a questão mais importante no final da nossa vida não é o quanto trabalhamos ou o quanto realizamos. É: Amei bem?"
 "...Fantasia não é uma fuga do nosso mundo, mas um convite para se aprofundar nele".
 "Também agradeço a Deus por nunca fazer a dor durar tempo demais. A dor é muito ruim, mas sempre vai embora"
  "A medida de uma amizade não tem a ver com presença física, mas, sim, com seu significado. Bons amigos, virtuais ou não, motivam nossa empatia, nos confortam e também nos arrancam das prisões de nós mesmos".

Se você quer uma dica útil antes de começar esse livro, aí vai: providencie uma caixinha de lenços e deixe-a do seu lado durante a leitura. Sim, sou manteiga derretida e, se você não for, pode até ser que não chore O N Z E vezes durante a leitura do livro como eu, mas certamente ficará tocado profundamente pela vida breve, porém iluminada de uma adolescente que nasceu pra ser estrela. Seu nome era Esther (significa estrela) Grace Earl. 

Amava animais, tinha sorriso fácil, era linda mesmo com seu cabelo rebelde e sonhava em beijar um menino, até que, com 12 anos, recebeu uma notícia impossível de ser digerida por qualquer adulto cheio de maturidade, quanto mais para uma adolescente com a vida toda pela frente: câncer da tireóide. Um câncer raro em crianças, que se espalhou para os pulmões e que jamais deixaria o corpo de Esther. Ela reagiu à notícia com toda a resignação e sabedoria que lhe eram peculiares e lutou por quatro anos para ter mais tempo. 

E pra que? Pra viajar mais? Pra ficar com os pais? Pra fazer novas amizades? Também, mas principalmente, para AJUDAR o mundo de alguma maneira. Incrível! Ao invés de pensar em si, de vitimizar sua condição e de ter ódio do mundo, ela escolheu o amor. E, talvez, por ser tão especial, esse mundo fosse pequeno demais para ela. Com 16 anos, Esther deu seu último suspiro profundo (você vai entender porque o suspiro profundo tem tanto significado quando ler o livro) e partiu.

Eu já tinha me apaixonado por Esther lendo A Culpa é das Estrelas, de John Green, e depois que assisti aos seus vídeos no YouTube, fiquei ainda mais admirada por sua força e evolução espiritual.


Só que o fato é que o romance de John Green foi só inspirado em Esther, mas não era sobre a vida dela, nem sobre ela especificamente. Então, quando fiquei sabendo do lançamento de A Estrela que nunca vai se apagar, reunindo textos de seus pais, amigos, irmãos e do diário da própria Esther, fiquei L O U C A insanamente insana para lê-lo.

Nunca vou esquecer do dia em que o livro chegou na minha casa pelo correio, presente de aniversário dado por uma grande amiga. Aquele foi um dia BEM especial, tanto pela chegada do livro quanto por tudo o que essa chegada representou (não entendeu nada? ótimo! haha). No dia seguinte comecei a leitura e comecei, também, a conhecer a verdadeira Esther. Já contei ali em cima que o sonho dela era fazer a diferença no mundo. Será que ela conseguiu? Só lendo o livro pra saber. :)

Apesar de toda a positividade de Esther, no auge da maluquice de uma menina adolescente, o livro é essencialmente sobre morte. Sobre doença e morte. Sobre uma família que vê um de seus integrantes vivendo um dia de cada vez. Sobre luta, esperança e, principalmente, amor. O livro é sobre a vida real, então ele não tem um final épico e feliz. Mas ele deixa a sensação de que a passagem iluminada dessa estrela no nosso mundo louco e cruel valeu a pena e, agora, será imortalizada. Leiam A Estrela que nunca vai se apagar, a memória de Esther merece!

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Ficou com abstinência depois que acabou de ler A Culpa é das Estrelas? Seus problemas acabaram!!!

Pense numa pessoa feliz ao ler sobre o lançamento deu um livro??? Eis que hoje, lendo sobre meu hobby preferido, fico sabendo que Esther Grace Earl, a adolescente que inspirou a protagonista de A Culpa é das Estrelas, tinha um diário no qual ela escrevia sobre seu dia a dia e sobre sua luta contra o câncer e que esse diário, junto com comentários dos pais e amigos vão virar um livro!!!! Uhuuuuu!!!!

Já renovei o estoque de lenços de papel porque né, vou de-si-dra-tar! Amanhã começa a pré venda do livro. Olha a sinopse, que fofa:

"Diagnosticada com câncer da tireoide aos doze anos, Esther Grace Earl era uma adolescente talentosa e cheia de vida. Fazendo jus ao nome, que em persa significa “estrela”, ela marcou todos em seu caminho com sua generosidade, esperança e altruísmo enquanto enfrentava com graciosidade o desgaste físico e mental causado pela doença. Filha, irmã e amiga divertida, alto-astral e inspiradora, Esther faleceu em 2010, logo após completar dezesseis anos, mas não sem antes servir de inspiração para milhares de pessoas por meio de seu vlog e dos diversos grupos on-line de que fazia parte. A estrela que nunca vai se apagar é uma biografia única, que reúne trechos de diários, textos de ficção, cartas e desenhos de Esther. Fotografias e relatos da família e de amigos ajudam a contar a história dessa menina inteligente, astuta e encantadora cujos carisma e força inspiraram o aclamado autor John Green a dedicar a ela sua obra best-seller A culpa é das estrelas".
A capa do livro é fofa demais! Esther era linda! Confiram:



E aqui tem o link para o vlog cookie4monster4 que ela mantinha até 2010, quando faleceu, aos 16 anos.


quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Quem é Você, Alasca? - John Green - Ed. WMF Martins Fontes


Comprei esse livro durante minhas férias 2013 na Bahia e no Recife. Já pode chorar de saudade? Tinha levado 2 livros e acabei ambos na metade da viagem. Aí, corri até uma livraria para comprar mais duas opções. Escolhi: Quem é você, Alasca? e Precisamos falar sobre o Kevin. O primeiro eu terminei ainda na viagem. O segundo ficou para ser lido em 2014. Quer ler o post em que conto sobre essa aquisição? Clique aqui.

E com minha lista de mais de 70 livros desejados, qual o motivo para eu escolher esse? Claro que (1) eu estava louca para saber se essa obra seria tão boa quanto o meu xodó A Culpa é das Estrelas, do mesmo autor, e (2) a atendente da livraria falou que tinha PREFERIDO esse ao meu xodó. Aí, já era, fiquei louca. Tudo bem que pensei que (1) a atendente tava saindo da adolescência agora, logo o gosto dela podia ser bem diferente do meu e (2) dificilmente eu ia gostar mais desse, visto que já tinha lido a sinopse e não tinha ficado sequer interessada.

E o que SEMPRE (oh god...) acontece quando fico com uma expectativa grande demais em cima de um livro? De-cep-ção. Snif...

Não é que o livro seja ruim. Ele é bom, tenta ser bem humorado e leve, mas não tem uma história tão original quanto A Culpa é das Estrelas. Além disso, os personagens não me tocaram tanto, também. A personagem principal é a independente e fascinante Alasca, uma adolescente cheia de segredos que encanta Miles, o protagonista da história.

O livro é dividido em Antes e Depois. Desde a primeira página, fiquei curiosa para saber qual o fato que dividia a história desse jeito. Achava que era algo a antes e depois de Miles perder a virgindade, ou algo do gênero. Mas, não é na-da disso! E, obviamente, não vou contar o que é. Bixa má.

Achei a história bem bacana, com algumas surpresas, partes levemente dramáticas e outras um pouco engraçadas. Mas o xis da questão é ler sem comparar com A Culpa é das Estrelas. Sem esperar a mesma qualidade e sem esperar os mesmos personagens extremamente fortes e marcantes. As aventuras são legais e a curiosidade sobre os segredos de Alasca vão só aumentado, mas o romance não desenrola e o enredo é normal, sem a originalidade do outro romance do autor. 

Outro fato que me decepcionou um pouco é que, no fim, o impasse sobre o que realmente aconteceu não chega a um veredicto. Então, o livro fica muito focado nessa dúvida em sua segunda parte e, no fim, a dúvida permanece, porque né, só com psicografia pra gente descobrir. E preciso registrar aqui que A D O R E I a capa do livro. Enfim a foto de uma personagem que retrata exatamente sua descrição na história. :D


Sobre o autor

John Green, autor premiado e best-seller do The New York Times, é formado em língua inglesa e estudos religiosos pelo Kenyon College, em Ohio. Nasceu em 1977 em Indiana, onde vive com a mulher e o filho, e ao longo dos anos morou em Nova York, Illinois, Michigan, Flórida e Alabama.

Atuou como redator na National Public Radio em Chicaco, foi editor assistente e de produção da revista de resenhas literárias Booklist e assinou críticas de livros para o The New York Times.

Personalidade ativa na internet, além do próprio blog, do Twitter e do canal do YouTube Vlogbrothers, John coapresenta os vídeos do projeto “Crash Courses”: canal on-line com aulas gratuitas de história e biologia. 


Ele autografou todos os 150 mil exemplares da primeira tiragem de A culpa é das estrelas nos Estados Unidos.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

A Culpa é das Estrelas - John Green - Ed. Intrínseca



Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados, e sou muito grata por isso”.

Juro que eu vou tentar mas duvido que eu consiga não ser absurdamente passional ao escrever esta resenha. Sim, porque esse livro mexeu tanto comigo e com a torcida do Flamengo que ele entrou para a seleta lista dos 5 melhores livros que já li. E olha que eu leio livro, viu. Quem me conhece, sabe.

A obra tem todos os elementos para ser sensacional. A narrativa do autor é leve, fluida, divertida sem ser escrachada, romântica sem ser piegas, dramática na medida certa e incrivelmente original, daquelas que a gente não tem como imaginar como termina. 


Esse é um daqueles livros que a gente tem vontade de gritar para o mundo: parem agora de fazer o que estão fazendo, passem na livraria mais próxima e comecem a ler hoje mesmo!

 Eu senti tanta coisa junta lendo esse livro que não conseguiria nem relacionar aqui. Estava chorando de rir com algum trecho e, duas páginas depois, chorando enlouquecidamente, morta de dó e de compaixão por Hazel (a protagonista).

A historia gira em torno de Hazel, uma adolescente com câncer que vive com a sensação de que está fazendo hora extra no mundo e que, a qualquer momento, pode piorar e morrer. Então, ela tenta lidar com isso da melhor maneira possível e ver o lado positivo das coisas, sem perder o pouco tempo que lhe resta chorando cheia de depressão e de pena de si mesma. Para completar, ela precisa andar com um cilindro enorme de oxigênio do seu lado, chamando mais atenção do que gostaria por onde passa.

Já Gus (Augustus), que forma o casal da história com Hazel, é lindo e um adolescente ótimo no Basquete. Parou de jogar porque perdeu uma perna para o câncer que, apesar de ter sido vencido, deixou sua marca eterna no jovem. O humor ácido de Hazel combinado com o sarcasmo de Gus é um show à parte na história, tirando muito da carga dramática de um enredo que trata de um assunto tão cruel.

A história sofre uma reviravolta incrível, capaz de despedaçar nossos corações em milhões de pedacinhos. Admito que chorei litros e, se você já leu e tem coração, duvido que não tenha feito o mesmo. Eu olhava o relógio à noite (só leio à noite, antes de dormir) e pensava: "Já é tão tarde? Droga". Normalmente eu ainda lia mais um ou dois capítulos, porque simplesmente não conseguia fechar o livro.

Fora isso, andava suspirando pelos cantos, rindo à toa, com mais energia pra malhar, com menos fome e sentindo-me a pessoa mais sortuda do mundo por, simplesmente, poder viver. Sim, o livro faz isso com você. E muito mais.

Aproveitem. Não percam a chance de ler. Livros tão bons assim são bem raros. E inesquecíveis. (suspiros)

Fãs Fanáticos

Sou tão fã do livro que fiquei louca por esses mimos. Quem vai me dar de presente? Serei eternamente grata. 


Esse colar não é um luxo?














Minha mão ficaria tão mais fofa com esse anéis...

 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhyFl_SSXhdPYq4_jr3VVAOuqpp-xCZMJfJTfRwLXVQBJB_vkACirEuLRbyJmzyrkYMU8sQGdQ9-AEykeYlJl3nwW_-0-eLO8WFRTErJqexAACpNAJgMAJoRqxNz7e_p9L2tPP6yogTUgky/s640/large+(2).jpg

 E esse All Star, minha gente?!


http://cdn.teckler.com/images/JoeSilva/27ceb5ac94dc591b7d80cf78e240a4fb_thumb.jpg 

Sobre o autor

John Green, autor premiado e best-seller do The New York Times, é formado em língua inglesa e estudos religiosos pelo Kenyon College, em Ohio. Nasceu em 1977 em Indiana, onde vive com a mulher e o filho, e ao longo dos anos morou em Nova York, Illinois, Michigan, Flórida e Alabama.

Atuou como redator na National Public Radio em Chicaco, foi editor assistente e de produção da revista de resenhas literárias Booklist e assinou críticas de livros para o The New York Times.

Personalidade ativa na internet, além do próprio blog, do Twitter e do canal do YouTube Vlogbrothers, John coapresenta os vídeos do projeto “Crash Courses”: canal on-line com aulas gratuitas de história e biologia. 


Ele autografou todos os 150 mil exemplares da primeira tiragem de A culpa é das estrelas nos Estados Unidos.

E, não se esqueçam: "Alguns infinitos são maiores que outros".