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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

A Menina que Brincava com Fogo - Stieg Larsson - Ed. Companhia das Letras




Uns bons meses depois de ter lido Os Homens que não Amavam as Mulheres resolvi terminar a trilogia Millenium e parti para o segundo livro: A Menina que Brincava com Fogo, com suas 608 páginas. Eu estava bem atarefada na época e acabei demorando 15 dias para terminar o livro, mas a história é tão boa que na sequência já comecei o terceiro. A resenha do primeiro livro você confere aqui

Nesta obra, o foco principal sai de Mikael Blomkvist e passa a se concentrar quase que totalmente em Lisbeth Salander. O começo do livro, assim como aconteceu no primeiro, pareceu-me um pouco arrastado, como se a história demorasse para engrenar. Se você está passando por isso, não desista, pois te garanto que ela engrena. =)

A história começa com
Mikael tentando aproximação com Lisbeth e ela ignorando-o completamente. Você sofre junto com ele e fica com dó da rejeição, torcendo para que os dois conversem e voltem a formar a dupla do primeiro livro, por mais que eles não combinem em absolutamente nada. Novos personagens entram de cabeça na trama, como Zala - um assassino e ex espião russo - e Miriam Wu - uma amante ocasional e amiga de Lisbeth.

Nesse livro, será possível começar a conhecer todo o passado da personagem e entender os motivos pelos quais ela é tão reservada e desconfiada. Quando essas revelações começam a tomar corpo, você simplesmente não vai conseguir parar de ler. Quer apostar? 

Larsson se mostrou num mestre na arte de deixar o suspense no ar para depois surpreender o leitor. Em A Menina que Brincava com Fogo, nada é o que parece ser. A gente pensa mil coisas, tem plena certeza de que sua irmã gêmea vai aparecer na história e dar uma reviravolta em tudo. Quando acaba o livro, porém, a gente vê que nada disso aconteceu, mas várias outras situações que a gente não imaginava foram desvendadas. O livro é digno de um "uau!" em vários momentos.

Perto do fim do livro, um grande segredo é revelado e, obviamente, assim que acabei o segundo fui correndo pegar o terceiro para começar. Fiquei tão envolvida com a história que fui atrás do filme para assistir. Adorei!!! Lisbeth ficou bem parecida e Mikael também. Agora quero ver os filmes correspondentes aos dois outros livros da trilogia. Confiram o trailer de Os Homens que não Amavam as Mulheres, lançado em 2012.


Sobre o Autor

Karl Stig-Erland Larsson (Skelleftehamn, 15 de agosto de 1954 — Estocolmo, 9 de novembro de 2004), mais conhecido como Stieg Larsson, foi um jornalista e escritor sueco. Destacou-se no cenário internacional pela trilogia Millennium, de sua autoria e lançada postumamente. A Trilogia foi um sucesso de crítica e de público em todos os países em que foi lançada. Em seu país de origem, Suécia, uma em cada quatro pessoas leu pelo menos um exemplar da série.

Larsson viveu boa parte de sua vida na cidade de Estocolmo, tendo trabalhado no campo do jornalismo e sido pesquisador independente do extremismo político em seu país.

Fonte: Wikipedia

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

A Rainha do Castelo de Ar - Stieg Larsson - Ed. Companhia das Letras


No fim de 2013, foi questão de honra terminar a trilogia Millenium antes da virada do ano. Com suas 688 páginas e na loucura total para finalizar os projetos pendentes da minha empresa, levei uns 20 dias para ler a obra, mas quando terminei sabia que ia sentir falta dessa trama tão bem elaborada e cheia de surpresas. Certamente essa trilogia foi um dos melhores thrillers que já li.

Neste terceiro livro, Mikael faz de tudo para provar que Lisbeth sofreu a vida toda por conta de ser filha de quem é, ao mesmo tempo em que tenta provar a inocência da amiga, acusada de triplo assassinato. Mesmo internada num hospital para se recuperar de um ataque que quase a matou, Lisbeth consegue meios para se agilizar e desmascarar quem tem culpa no cartório. 

Cheio de surpresas e revelações, o último livro não deixa a desejar e termina de um jeito bem fofo. Depois de ler a última linha, respirei fundo e curti aquela sensação ótima de terminar algo que realmente valeu a pena. 

Um ponto negativo deste livro (assim como do primeiro) é a quantidade de personagens secundários. É tanto nome que eu acabava me perdendo e ficava na dúvida de quem era quem, principalmente em relação aos membros da Seção.

Confira a resenha do primeiro e do segundo livros.


Sobre o Autor

Karl Stig-Erland Larsson (Skelleftehamn, 15 de agosto de 1954 — Estocolmo, 9 de novembro de 2004), mais conhecido como Stieg Larsson, foi um jornalista e escritor sueco. Destacou-se no cenário internacional pela trilogia Millennium, de sua autoria e lançada postumamente. A Trilogia foi um sucesso de crítica e de público em todos os países em que foi lançada. Em seu país de origem, Suécia, uma em cada quatro pessoas leu pelo menos um exemplar da série.

Larsson viveu boa parte de sua vida na cidade de Estocolmo, tendo trabalhado no campo do jornalismo e sido pesquisador independente do extremismo político em seu país.

Fonte: Wikipedia

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Os Homens que não Amavam as Mulheres - Stieg Larsson - Ed. Companhia das Letras


Pensem em um livro grosso. Agora, pensem em um livro grosso que, até a metade, conta uma história truncada, devagar, sem prender a atenção e arrastada. E, agora, pensem em um livro que fica tão bom da metade para o final que todo o sacrifício de ler o começo valeu a pena. Esse é Os Homens que Não Amavam as Mulheres.

No fim da história, achei o livro tão bom, mas tão bom, que comprei os outros dois livros da trilogia no dia seguinte. Tudo bem que ainda não os li, mas prometo terminar a trilogia ainda em 2013.

Trata-se de um romance policial que mistura suspense, assassinato e investigação. Os personagens principais são o jornalista Mikael Blomkvist e a hacker problemática Lisbeth Salander.

A história é muito boa e vai tomando corpo no decorrer do livro, mas a leitura é confusa em várias partes, principalmente quando se fala da família Vanger, que é cheia de gente e faz com que o leitor de perca enquanto tenta entender de qual dos integrantes os personagens estão falando.

O mistério envolvendo os Vanger vai sendo desvendado aos poucos e, na última parte do livro, eu já estava totalmente viciada na leitura. O final é surpreendente e muito original, saindo total do lugar-comum.

O livro tem personagem pra caramba, mas me identifiquei muito com Lisbeth. A personagem não tem absolutamente nada a ver comigo, mas é tão bem construída que certamente deu ainda mais graça à obra. Acho que o livro perderia uns 50% do seu encanto se ela não existisse. A parte em que ela se vinga de um homem nojento que pisa na bola com ela é sensacional. Eu quase saí gritando e dando pulos de alegria pela casa. Uma das melhores passagens do livro, sem dúvida.


Não vou contar muito da história porque é legal ler e ser pego de surpresa, mas posso adiantar que tudo começa a ficar interessante quando Henrik Vanger contrata o jornalista para tentar descobrir quem matou sua neta Harriet, há décadas. Resumindo, é leitura obrigatória pra quem gosta de thrillers.

Sobre o Autor


Karl Stig-Erland Larsson (Skelleftehamn, 15 de agosto de 1954 — Estocolmo, 9 de novembro de 2004), mais conhecido como Stieg Larsson, foi um jornalista e escritor sueco. Destacou-se no cenário internacional pela trilogia Millennium, de sua autoria e lançada postumamente. A Trilogia foi um sucesso de crítica e de público em todos os países em que foi lançada. Em seu país de origem, Suécia, uma em cada quatro pessoas leu pelo menos um exemplar da série.

Larsson viveu boa parte de sua vida na cidade de Estocolmo, tendo trabalhado no campo do jornalismo e sido pesquisador independente do extremismo político em seu país.

Fonte: Wikipedia