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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Livro que virou filme: Para Sempre



Se você leu Para Sempre e amou, talvez não goste muito do filme. Mas se, como eu, você leu Para Sempre e ficou decepcionada, o filme pode ser sua salvação!

Antes de ler o livro, esperava que a história fosse viciante e minhas expectativas estavam altas. Mas, quando comecei a ler, logo percebi que a história ia ser sem graça, morna e com alto teor religioso. Acredito que, por ser uma biografia, o autor contou os fatos exatamente como aconteceram e, como ele não tinha talento para a escrita, o resultado foi algo bem mediano. E olha que é uma história e tanto, daria um livro mega interessante se ele tivesse explorado os pontos certos.

Sabia que o livro tinha virado filme, mas achava que seria tão sem graça quanto. Em um noite de carnaval, depois de colocar o filho para dormir, liguei o notebook e procurei pelo trailer. Logo percebi que a proposta era outra e que a história do livro foi apenas uma inspiração para a película.


Fugindo dos padrões, o filme é mil vezes melhor que o livro. A história tem muito mais movimento, não é piegas, tem mistérios e reviravoltas e o final é uma graça! Raramente considero uma adaptação boa...é tão fácil a gente se decepcionar depois de ter soltado a imaginação lendo um livro....mas com Para Sempre foi o oposto. Na verdade nem dá pra considerar uma adaptação, porque tudo foi diferente, do acidente até o jeito como o casal se conheceu.

É água com açúcar? Super é! Mas perto do livro, achei o filme fofo demais!

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Para Sempre - Kim Carpenter e Krickitt Carpenter - Ed. Novo Conceito



Imagina você conhecer o amor da sua vida, casar com ele e, logo depois, perdê-lo para um acidente que, apesar de não ter tirado a sua  vida, fez com que sua alma gêmea simplesmente não lembrasse mais de você. O que você faria? Desistiria ou lutaria até o fim?

Parece pura ficção, né? Mas, é uma história real. Pasmem! Lendo a frase acima, confesso que a expectativa de qualquer um iria nas alturas. Eu mesma esperava um livro sensacional, cheio de intensidade, luta, amor, reconquista. E, aí, me decepcionei. Sim, porque o livro é lindo, a história é triste e repleta de amor, mas a escrita é morna, o foco em religião é too much (mirrita livro que quer te forçar a entrar na onda do quase fanatismo) e falta intensidade e riqueza de detalhes em alguns vários pontos.

Como autor, o casal deveria ter pensando na própria história e feito uma reflexão do que o público que comprasse o livro teria mais curiosidade de saber. Esse exercício teria culminado em um livro bem mais interessante, certamente. Porque a base da história eles tinham, mas não souberam explorá-la muito bem, ao meu ver.

Não assisti ao filme ainda, mas pretendo fazê-lo, para ver se conseguiram melhorar a história do livro.

A maneira como eles se conheceram é fofa. Tudo começou com uma simples ligação. Depois, veio um encontro ao vivo, o namoro e, então, o casamento. Até que, dois meses depois da cerimônia, um acidente faz com que Krickitt e Kim passassem maus momentos no hospital. 


Krickitt sofreu uma lesão grave na cabeça e acabou perdendo toda a sua memória recente. Ela só se lembrava de fatos do passado, mas não lembrava nem de conhecer seu marido, quanto mais de ser casada com ele. Após sua recuperação física, Kim começa a viver sua vida em função de fazer com que Krickitt lembre-se dele ou, pelo menos, que eles consigam construir novos laços e lembranças a partir de então.

Sobre os Autores

Melhor do que escrever sobre o casal é postar aqui o link para uma entrevista bem legal com eles.