Muito mais que uma Princesa é um livro super bem falado por quem já leu e mega difícil de achar. Estava na minha lista de desejados e, depois de muito tempo, consegui um exemplar! Uhuuu!!!
Mas, por conta da expectativa em torno dele, acabou sendo um pouquinho decepcionante. A história não é ruim, mas também não é nada de mais. No decorrer da leitura vamos simpatizando cada vez mais com os personagens principais e com a história de amor deles, mas depois que eles ficam juntos, parece que o livro perde toda a sua graça. Eles realmente eram mais interessantes enquanto se provocavam.
A história é sobre Lucia, filha ilegítima de uma príncipe com uma famosa cortesã. Depois de vários escândalos, seu pai resolve casá-la o mais rápido possível, com o objetivo de passar a responsabilidade para outra pessoa. Naquela época, uma mulher casada passava a "pertencer" ao seu marido e era essa a principal intenção de seu pai, que não estava nem um pouco interessado se ela amaria ou não seu marido.
E a incumbência de encontrar o par de Lucia ficou para Sir Ian Moore, o mais respeitado diplomata britânico. E aí, é óbvio, rola aquela implicância básica e clichê de um com o outro, que vai virando paixão e se transforma em amor.
O livro vale a pena, mas não é incrível como eu imaginei.
Sobre a Autora
Desde a publicação de seu primeiro livro, LAURA LEE GUHRKE tem recebido
muitos elogios e excelentes críticas, tanto pelas histórias que narra
como por seu estilo. Ela já recebeu o prêmio mais prestigiado do gênero,
o RITA Award, concedido pelo Romance Writers of America. Escreve para
veículos como Romance Writers Report, The British Weekly e
Irish-American Press. Laura vive em Idaho, nos Estados Unidos, com seu
labrador Sam, que adora correr atrás de bolas de tênis e escavar o
jardim.
Era para ser um livro infantil. Era para ser porque, para mim, ele ensina muito mais aos adultos do que às crianças. É um livro que mostra, ao mesmo tempo, as características que todo mundo tem quando nasce, mas que vai perdendo, infelizmente, ao longo da vida "madura" e "séria". Se fosse só isso, o livro já valeria a pena. Mas não é. Como se não bastasse, o livro nos relembra sobre o que realmente é importante: cativar a sementinha do amor, regando-a a cada dia para que ela floresça e torne-se forte e cheia de raízes. No fim das contas, não importa quanto você tem nem o que você possui, mas sim o quanto você amou (e tudo o que vem junto: boas lembranças, momentos especiais, risadas, carinho etc etc etc...).
Lido no mundo inteiro, comprei o livro para ler para meu filho assim que ele estiver um pouquinho maior. Agora, com 2 anos e meio, ele ainda fica entediado quando ouve histórias com mais de 5 páginas e para de prestar atenção. Acredito que daqui a um ano ele já vai conseguir começar a entender o quanto O Pequeno Príncipe é especial. Antes do carnaval, reli o livro em menos de 1h30 e acho que esse é um bom exercícios para a gente não esquecer do que realmente importa. De tempos em tempos, resgatarei o livro da estante e o lerei novamente e novamente. =)
E agora que o carnaval acabou, o ano no Brasil oficialmente começou! Bora trabalhar! Sobre o Autor Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint-Exupéry (Lyon, 29 de junho de 1900 - Mar Mediterrâneo, 31 de julho de 1944) foi um escritor, ilustrador e piloto, terceiro filho do conde Jean Saint-Exupéry e da condessa Marie Foscolombe. As suas obras são caracterizadas por alguns elementos como a aviação e a guerra. Também escreveu artigos para várias revistas e jornais da França e outros países, sobre muitos assuntos, como a guerra civil espanhola e a ocupação alemã da França. Destaca-se Le Petit Prince (O Pequeno Príncipe, no Brasil ou O Principezinho, em Portugal) de 1943, livro de grande sucesso de Saint-Exupéry.
Jornalista, UX Writer e UX Designer. Ama as experiências que a vida proporciona e acredita que aprender sempre é o mais apaixonante de tudo.
É louca por seus dois filhos, Arthur e Cassiano, e também adora cinema, livros,gin tônica, internet e chocolate.