Mostrando postagens com marcador comunicação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador comunicação. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 5 de março de 2015

Como organizar sua vida literária



Hoje não vim para resenhar um livro que tenha lido. Hoje é dia de contar para vocês como eu organizo a minha vida literária: como eu escolho os livros que vou adquirir, como fico sabendo dos lançamentos e como faço para guardar tanto livro dentro de casa.

Antes, essas tarefas eram bem complicadas, principalmente a parte de guardar todos os livros.

Mas, desde que fiz meu cadastro em um site chamado Skoob tudo ficou mais fácil.

Skoob é uma rede social sobre livros, revistas, e-books e afins. Você faz seu cadastro gratuitamente e tem várias funcionalidades que, se você usar como parte da sua rotina diária, realmente organiza completamente a sua vida literária. As principais funções que eu uso no Skoob são:

1 - Adiciono os livros que quero ler como "desejados", para consultar sempre que tiver promoção de livro em algum site ou em alguma loja física;

2 - No começo de cada ano marco os livros que tenho, mas que ainda não li, como "meta de leitura", para ter ideia, durante o ano, de quantos livros eu li e quantos faltam para completar minha meta anual;


3 - Marcos os livros que já li como "lidos", dou nota para eles e faço comentários, para eu lembrar da história sempre que precisar indicar livros para as pessoas que me perguntam;

4 - Marco o livro que estou lendo no momento como "estou lendo" e toda noite antes de dormir registro meu histórico de leitura (página em que parei e comentário sobre o que estou achando). Isso me ajuda a ter um histórico bem rico e até me auxilia na hora de resenhar sobre aquele livro aqui no blog.

5 - Você pode seguir pessoas e/ou tornar-se amigo delas, para trocar ideias, trocar livros ou até fazer novas amizades. Outro dia recebi uma mensagem de um usuário que viu que eu estava lendo um livro que ele queria muito. Ele me escreveu perguntando se, após o término, eu venderia o livro para ele. O livro veio de uma troca e me renderá uns trocadinhos. Olha que grata surpresa! :)

6 - Você pode participar de sorteios de livros que rolam todos os dias na seção Cortesia. Lá, as editoras disponibilizam alguns exemplares que são sorteados entre os usuários que clicaram em "participar".

7 - Você pode consultar um título, ler a sinopse, ver como ele está classificado pelos usuários que já o leram (de 1 a 5 estrelas) e ler resenhas antes de decidir se compra ou não.

8 - Apesar de ter ficado por último, é uma das funções mais importantes para mim: depois de ler um livro, você pode adicionar uma foto real dele, uma descrição do estado do livro e pedir um ou dois créditos por ele. Os créditos são como dinheiro virtual. Quando alguém solicita um livro seu, você leva até os correios e fala que o pacote deve ser enviado via "registro módico", que é um registro especial para envio de livros objetivando o incentivo à cultura. O preço fica bem mais em conta e você recebe um código de rastreio que deve ser informado no Skoob para que o solicitante consiga acompanhar o caminho do seu livro. Quando o livro é recebido, o usuário informa no site e o crédito (1 ou 2) que você pediu pelo livro passa a ser seu. Com esse crédito, você pode solicitar o livro de um outro usuário. E assim por diante. Com isso, faz é tempo que eu não compro livros, ajudo a difundir cultura, abro espaço na minha casa para novos livros e estou sempre com minha estante renovada. Só não troco os meu favoritos dos favoritos, aqueles que tenho apego ou que sei que vou querer reler um dia. Só para ilustrar, no momento estou ryca, com 8 créditos no
Skoob, esperando livros legais serem colocados para troca para eu solicitar. :)

Muito legal, né?

A ferramenta não é muito fácil de usar, mas depois que você navega uns dia, consegue aprender e passa a tirar de letra. Eu adoraria fazer um trabalho de UX para o

Skoob. #ficaadica

 
Indico para todo mundo que curte ler, principalmente a parte das trocas. Eu acho bem legal e nunca tive problema! Se você se cadastrar, me adiciona lá como amiga. Vou gostar. Meu perfil é esse aqui.
:)

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Na Toca dos Leões - Fernando Morais - Ed. Planeta

Na Toca dos Leões é um livro voltado para quem trabalha com publicidade ou até com comunicação em geral. Para pessoas de outras áreas, não recomendo a leitura.

O livro é de fácil leitura, mas confesso que me cansou um pouco em alguns momentos. Talvez seja porque, apesar de bem escrito, trata de um assunto que eu, por ter trabalhado em diversas agências de publicidade, já tinha uma boa base de informações e acabou não sendo novidade.

O livro conta a história profissional de Washington Olivetto e todos os detalhes da fundação da W/Brasil, passando por outros ícones da publicidade brasileira e rememorando algumas das propagandas mais famosas do País, como garoto bombril e o anúncio do primeiro sutiã. Essa parte torna-se interessante também para quem gosta de televisão, mas não é da área de comunicação. Porém, não sei se o leitor "leigo" em publicidade e propaganda ia apreciar a leitura. Eu acredito que não.

A última parte do livro conta em detalhes o sequestro de Washington Olivetto, fato que mexeu com o país na época e teve repercussão mundial. É escrito por Fernando Morais, autor conhecido por seu talento em escrever biografias.

Sobre o autor


Começou no jornalismo aos quinze anos. Em 1961, trabalhava como office boy na pequena revista de um banco em Belo Horizonte, quando teve que cobrir a ausência do único jornalista da publicação numa entrevista coletiva.

Mudou-se para São Paulo aos dezoito anos e trabalhou nas redações de Veja , Jornal da Tarde, Folha de São Paulo, TV Cultura e portal IG. Recebeu três vezes o Prêmio Esso e quatro vezes o Prêmio Abril.

Na área política, foi deputado estadual1 durante oito anos e Secretário de Cultura1 (1988-1991) e de Educação1 (1991-1993) do Estado de São Paulo, nos governos Orestes Quércia e Luiz Antônio Fleury Filho.

Seu primeiro sucesso editorial foi A Ilha (Livro), relato de uma viagem a Cuba. A partir daí, abandonou a rotina das redações para se dedicar à literatura. Pesquisador dedicado e exímio no tratamento de textos, publicou biografias e reportagens que venderam mais de dois milhões de exemplares no Brasil e em outros países, tornando-se um dos escritores brasileiros mais lidos de todos os tempos.

Em 2005, um juiz de Goiânia determinou, a pedido do deputado Ronaldo Caiado, a busca e apreensão de edições de seu livro Na toca dos leões. Neste livro, em que conta a trajetória da empresa de publicidade W/Brasil, Morais refere-se de passagem a uma declaração de Caiado, quando candidato a presidente da República, de que, se eleito, mandaria esterilizar todas as mulheres nordestinas. Sob a alegação de serem falsas tais afirmações, Caiado obteve a apreensão judicial da obra, sob pena de o escritor ter que pagar cinco mil reais de multa a cada vez que falasse do assunto. A decisão, favorável ao deputado, foi anulada pelo Tribunal de Justiça de Goiás. Mas a reviravolta não tardou, neste mesmo ano de 2005, a suposta fonte que acusara o deputado, o publicitário Gabriel Zellmeister, declarou à Justiça que nunca ouviu Ronaldo Caiado defender a idéia. (Revista Época, 7 de novembro de 2005).

No ano de 2012 a justiça manteve uma decisão já proferida em 2010 contra o escritor. Fernando Morais foi condenado a indenizar Ronaldo Caiado, juntamente com a editora e o publicitário Gabriel Zellmeister, em R$ 1.200.000,00 por danos morais.

Fonte: Wikipedia


quinta-feira, 22 de agosto de 2013

A Era do Escândalo - Mario Rosa - Ed. Geração Editorial



Li A Era do Escândalo no terceiro ano da faculdade de Jornalismo (faz tempo, viu? "Só" 10 anos) e lembro que fiquei impressionada com as informações contidas no livro. A obra trata de grandes cases de crise de imagem no Brasil e a estratégia por trás do gerenciamento dessas crises. O trabalho minucioso de pesquisa traz dados interessantíssimos e é uma leitura obrigatória, principalmente para quem trabalha com comunicação. Não sei se existem outros livros do gênero publicados, mas foi a primeira vez que soube e que li um livro com enfoque na análise profunda de crises de imagem no Brasil.

Algumas das crises citadas no livros são:
- Acidente aéreo com avião da TAM, vôo 402, que resultou na morte de 99 pessoas em outubro de 1996

-  CPI dos Bancos envolvendo denúncias sobre Salvatore Cacciola
- Crise energética de 2001, chamada de "apagão"
- Boato publicado na mídia sobre Orlando Morais, marido de Glória Pires, ter se envolvido com Cleo, filha de Glória e Fábio Jr.
- Fusão da Brahma e Antarctica, fundando a Ambev
- Naufrágio da maior plataforma petrolífera do mundo, a P–36, causando 11 mortes

Depois de todas as crises serem explanadas, o autor traz, na segunda parte do livro, as lições que ficam.
A terceira parte do livro trata de uma análise sobre o escândalo no Brasil, apresentando  suas características, suas conseqüências para a sociedade brasileira, a atuação da imprensa e os desafios impostos pelos escândalos nacionais. Drama, deturbação da realidade, sensacionalismo, tudo isso gera mais audiência e, portando, merece mais atenção dos meios de comunicação de massa. As lições são válidas até para nós, meros mortais, que acabamos tendo nossa privacidade invadida e sendo expostos conscientemente (muitas vezes por nós mesmos) nas redes sociais. 


Recomendo!

Sobre o autor


Mário Rosa é consultor de imagem, para a condução de crises governamentais e privadas.
Graduado em jornalismo pela UNB atuou em diversas áreas da comunicação. Trabalhou na editora Abril e na Globo. Assessorou diversas campanhas políticas do Brasil e da Argentina.

Escreveu os liros
A Era do Escandalo, A Reputação na Velocidade do Pensamento e A Síndrome de Aquiles - Como Lidar Com as Crises de Image.


quarta-feira, 29 de julho de 2009

Design para a Internet: Projetando a Experiência Perfeita - Felipe Memória - Elsevier

O livro é bem legal e é indicado tanto para profissionais de internet experientes quanto para os iniciantes. Memória dá dicas preciosas para quem está começando, mas também apresenta cases e pesquisas que são de grande valia para quem já atua no mercado, seja como designer, como arquiteto de informação (meu caso!), como programador ou como redator.

O livro trata do design centrado no usuário e fala muito da Globo.com, onde o autor do livro trabalhava na época em que escreveu a obra. É interessante, bem escrito, gostoso de ler. Sou suspeita para falar, porque sempre me espelhei no Memória, desde que comecei minha carreira de AI. Para me fazer entender melhor, peguei uma parte da introdução, com a qual fica mais fácil entender os temas abordados no livro e a linguagem fácil e coloquial utilizada:

Se alguém me perguntar “Felipe, sobre o que é o seu livro?”, a resposta será que é sobre pontos importantes que devemos pensar na hora de projetar produtos de Internet.

Falaremos aqui sobre o processo de projeto de uma forma geral, sobre design de interfaces e testes de usabilidade. São questões fundamentais, que merecem toda a atenção. No entanto, vamos abordar também características que vão além do projeto do “objeto” e da facilidade de uso. São aquelas que mais importam para o produto, ou seja, que são capazes de proporcionar uma experiência agradável, fazendo com que as pessoas sintam-se felizes por usar aquilo tudo.

É este o ponto a que quero chegar: não basta projetar um site bonito e funcional para ter um produto de sucesso. O conceito do produto é a grande sacada. É a experiência que ele proporciona que conta mais do que qualquer outra coisa. Para que isso aconteça, é preciso explorar a característica que mais diferencia a Internet das outras mídias: a enorme quantidade de pessoas conectadas.

Contudo, para chegar aí, precisamos passar por questões que são a base de tudo na hora do projeto. Atualmente, a criação de um produto eficiente em geral começa com o envolvimento de diferentes especialistas, de equipes multidisciplinares. Veremos também como grandes empresas trabalham sua metodologia de projeto, como vêem a tão importante questão da inovação e como criam a documentação, necessária quando se trabalha com grandes equipes.

As soluções aqui mostradas são baseadas na minha experiência acadêmica e profissional, adquirida não só em projetos, mas principalmente no convívio e na troca de idéias com pessoas mais experientes. Baseiam-se também em exemplos e estudos de caso sobre grandes empresas do mercado como Yahoo!, Google, Ideo, BBC, Amazon.com, Globo.com, America Online, entre outras.


Se você adora internet, trabalha com ela ou simplesmente é um curioso da área, o livro está mais do que recomendado!

Sobre o Autor

Felipe Memória trabalha com internet desde 1997 e, em 2003, passou a ser Interaction Designer da Globo.com. Hoje atua na Huge, em Nova Iorque.

É Mestre em Design com ênfase em Ergonomia, Usabilidade e Interação Humano-Computador e, quando ainda morava aqui no Brasil, lecionava na PUC Rio, onde formou-se em 2000 e onde, depois, tornou-se mestre.

Publicou seu único livro em 2005 e, em 2007, escreveu na quarta-capa do último livro do Jakob Nielsen, grande nome da sua (e da minha!) área.

Leia mais sobre Felipe Memória. E, aqui, é possível saber mais sobre seu livro.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Cultura do Medo - Barry Glassner - Francis

"...é mais uma história entre a infindável quatidade de histórias de vlões e vítimas, histórias nas quais as pessoas reais em sua complexidade real e os perigos reais que elas e a sociedade como um todo enfrentem podem ser entrevistos apenas nas sombras." - (trecho de Cultura do medo - pág. 104)



Números mascarados, intenções obscuras, notícias enganosas. Assim, Barry Glassner defende a teoria de que temos cada vez mais medo de fatos que acontecem cada vez menos. E, paradoxalmente, ignoramos problemas e acontecimentos que deveriam, esses sim, causar preocupações e resultar em atitudes drásticas, como a poluição, o desemprego, a venda indiscriminada de armas e a homofobia. Estudando os fatos nos EUA, Glassner afirma que os americanos sofrem cada vez mais por motivos menos reais, como crianças assassinas, epidemias destruidoras da humanidade e internautas pedófilos.

Ele prova, por meio de números e pesquisas em jornais e emissoras de televisão, que há interesse de pequenos (mas poderosos) grupos em provocar certos tipos de medos na população, ao mesmo tempo em que não é interessante divulgar o que realmente deveria causar preocupação. O livro é ótimo e, apesar de tratar da vida norte-americana, pode ser facilmente interpretado para a nossa realidade. A distorção e superexposição de alguns fatos pela mídia, assim como acontece nos EUA, é fácil de ser analisado por aqui também.

O livro serviu de fio condutor para o aclamado "Tiros em Columbine", de Michael Moore. Vale a pena ler, nem que seja apenas para abrir a mente acerca de tudo o que o autor tem a dizer. O livro desperta para muitas verdades, alguns momentos de desesperança e para muita reavaliação.

As pesquisas do sociólogos são minuciosas e muito bem feitas, resultando em uma obra rica e recheada de dados estatísticos, ótimos para proporcionar ao leitos a dimensão fiel do que está sendo analisado. Recomendo.

Sobre o Autor

Barry Glassner é sociólogo, professor de sociologia na Universidade da Carolina do Sul e estudioso sobre a cultura e as crenças contemporâneas. Ele aparece numa entrevista em Tiros em Columbine, de Michael Moore, e forneceu boa parte das estatísticas que são apresentadas no filme. Também escreveu o livro Segredos da Alimentação Saudável.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Televisão: a Vida Pelo Vídeo - Ciro Marcondes Filho - Ed. Moderna

O livro trata do papel da televisão na comunicação de massa do Brasil. Sabe-se que o conteúdo transmitido via televisão (porque o coitado do aparelho de tevê só transmite imagem e som, não é culpado de nada) tem uam capacidade imensa de persuação e penetração na sociedade brasileira.

Para quem estuda jornalismo, pretende estudar ou simplesmente gosta do assunto e quer saber mais sobre crítica da mídia televisiva, a publicação é indispensável. Com muitas ilustrações e linguagem fácil e agradável, o livro me ensinou algumas coisas, outras eu já sabia, mas o balanço foi bom. Li durante a faculdade, acho que em 2001. Gostei bastante e recomendo. O livro não fala nada de novo nem de extraordinário, mas talvez eu tenha essa impressão porque eu já fazia jornalismo e convivia com aquelas informações por várias horas, todos os dias. Para quem ainda não sabe muito sobre televisão, mas é louco para saber, o livro é a escolha certa.

O capacidade de fascínio da TV é realmente impressionante e o livro aborda muito bem o tema. Tem gente que odeia ficar em casa sozinho, ou que simplesmente vive de maneira extremamente solitária. Aí, a tlevisão acaba ocupando esse espaço vazio na vida das pessoas. Tanto é que, comumente, pessoas ligam a televisão de casa assim que chegam, só para ouvir o som e ter a sensação de que não está sozinho. Muitas vezes, o espectador está em outro cômodo e nem sabe em que canal está, mas o fato de saber que ela está ali, conforta e diminui a angústia.

Esse fato, somado ao poder de persuasão do meio (ouviu na tevê, é verdade) faz com que o poder do emissor perante o receptor seja imenso e perigoso. 

Hoje, acho que o livro poderia ser atualizado com informações recentes sobre a internet e a mudança da relação dos receptores com a televisão depois da chegada dessa nova mídia. Na época do lançamento do livro, a internet ainda não estava popularizada no Brasil. Essa observação é importante porque, em uma parte do texto, o autor faz um apanhado dos meios de comunicação e da reação das pessoas à chegada de cada um deles.

O autor fala também sobre os mais variados gêneros de programação, mostrando como tudo acontece na TV: telejornalismo, programas de auditório, dramaturgia, programas de humor,  entrevistas, os esportivos, musicais e publicidade. 

Sobre o Autor

Ciro Marcondes Filho, sociólogo e jornalista pela USP, mestre pela FFLCH-USP, doutor pela Universidade de Frankfurt (RFA), pós-doutor pela Universidade Stendhal de Grenoble (França), titular da Cátedra Unesco de Divulgação Científica no Brasil, foi livre docente, professor adjunto e é professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP desde 1987. 

Tem atuado como conferencista pelo país e no exterior, debatendo sua proposta de construção no Brasil de uma teoria própria da comunicação, adaptada à era tecnológica. Já publicou cerca de 30 livros nas áreas de comunicação, jornalismo, política, filosofia, psicanálise. 

Foi coordenador do Núcleo José Reis de Divulgação Científica, da USP, editou várias revistas (Comunicação e Artes, Comunicação & política, Atrator estranho), traduziu recentemente Niklas Luhmann para ao português, já formou 12 doutores e número igual de mestres. Já exerceu o jornalismo (editor do Jornal da USP), foi colaborador do jornal LEIA, e de outros jornais e revistas. Produziu na Rádio USP 57 programas da série O Teatro do Mundo - A Canção.