Vamos à lista:
Os melhores (em ordem aleatória)
Trilogia Millenium
De Stieg Larsson, a trilogia Millenium é um thriller policial de tirar o fôlego. Com tramas bem amarradas e personagens bem construídos, vamos entrando fundo na história até não conseguir parar mais de ler.
Série Dark Hunters
De Sherrilyn Kenyon, a série conta com um monte de livros, mas eu só li os dois primeiros deles em 2013: Amante da Fantasia (foto) e Prazeres da Noite. Misturando seres da antiguidade com poderes sobrenaturais, deuses e erotismo, o livro prende a atenção da primeira página até a última, dando aquela sensação de perda quando a leitura termina.
S.E.G.R.E.D.O
De L. Marie Adeline (pseudônimo). Romance erótico com uma história super original que enaltece as mulheres e faz a gente sentir vontade de criar uma sociedade secreta como a do livro assim que começa a ler.
A Culpa é das Estrelas
De John Green, esse foi um dos romances mais fofos que já li, com humor e drama na medida certa. Eu me pegava dando gargalhadas e cinco minutos depois estava chorando litros. Foi uma das leituras de 2013 que senti tanta pena quanto estava acabando que comecei a ler mais devagar para ver se a sensação de pertencer à história demorava mais.
De Mary Higgins Clark. Romance policial surpreendente que prende a atenção desde as primeiras linhas. Trama original e muito bem amarrada, com uma narrativa viciante. Tem ação e movimento o tempo todo e as revelações vão sendo mostradas aos poucos, deixando a gente sempre com a adrenalina lá em cima e sem aquela sensação de que o livro está enrolando para chegar no desfecho.
Os piores (em ordem aleatória)
Série Diários de Vampiro
De L. J. Smith, a série foi uma completa decepção para mim, pobre mortal que caiu na besteira de assistir à série de Tv antes. A pegada é completamente diferente e os livros são, no máximo, para pré-adolescentes, bem diferente da série.
A vida sexual de Catherine M.
O livro tinha um grande potencial, já que a vida de Catherine Miller, sua autora, é completamente lotada de experiências surreais e enlouquecidas. Essa pode morrer afirmando que viu de tudo e que curtiu a vida sem pensar no politicamente correto. Porém, a narrativa não foi feliz e o livro se tornou chato e massante. Uma pena.
Para Sempre
De Kim Carpenter, esse é um outro livro que tinha muito potencial, mas que perdeu seu encanto por conta da narrativa ruim e da pregação religiosa. Eles deixaram de explorar passagens que os leitores obviamente ficariam curiosos e deram ênfase a algumas partes que não trouxe benefícios nenhum para a história. Por ser uma narrativa de fatos reais, deixou bastante a desejar.
Quem é você, Alasca?
De John Green, o mesmo autor de A Culpa é das Estrelas. Já vou logo avisando que essa colocação é injusta, mas não posso fazer nada se A Culpa é das Estrelas me deixou com expectativas altíssimas em relação a qualquer livro desse autor. Infelizmente, Quem é você, Alasca? não chega ao dedinho do pé de A Culpa é das Estrelas. Não consegui não comparar e me decepcionei.
100 escovadas antes de ir para cama
Biografia de MelissaPanarello, esse também tinha um potencial absurdo, mas pecou na divisão dos capítulos e em detalhar mais alguns fatos. Entendo que era um diário, mas a edição era primordial para os leitores mergulharem mais na vida da autora. Esperava mais.
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