terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Melhores e Piores de 2013

Agora que já entramos com tudo em 2014, senti-me pronta para analisar todos os livros lidos em 2013 e escolher os 5 melhores e os 5 piores dos 60 livros que li ano passado. Foi TÃO difícil escolher....tsc tsc

Vamos à lista:

Os melhores (em ordem aleatória)


Trilogia Millenium
De Stieg Larsson, a trilogia Millenium é um thriller policial de tirar o fôlego. Com tramas bem amarradas e personagens bem construídos, vamos entrando fundo na história até não conseguir parar mais de ler.








Série Dark Hunters


De Sherrilyn Kenyon, a série conta com um monte de livros, mas eu só li os dois primeiros deles em 2013: Amante da Fantasia (foto) e Prazeres da Noite. Misturando seres da antiguidade com poderes sobrenaturais, deuses e erotismo, o livro prende a atenção da primeira página até a última, dando aquela sensação de perda quando a leitura termina.











S.E.G.R.E.D.O

De L. Marie Adeline (pseudônimo). Romance erótico com uma história super original que enaltece as mulheres e faz a gente sentir vontade de criar uma sociedade secreta como a do livro assim que começa a ler.














A Culpa é das Estrelas

De John Green, esse foi um dos romances mais fofos que já li, com humor e drama na medida certa. Eu me pegava dando gargalhadas e cinco minutos depois estava chorando litros. Foi uma das leituras de 2013 que senti tanta pena quanto estava acabando que comecei a ler mais devagar para ver se a sensação de pertencer à história demorava mais.


 A Filhinha do Papai  


De Mary Higgins Clark. Romance policial surpreendente que prende a atenção desde as primeiras linhas. Trama original e muito bem amarrada, com uma narrativa viciante. Tem ação e movimento o tempo todo e as revelações vão sendo mostradas aos poucos, deixando a gente sempre com a adrenalina lá em cima e sem aquela sensação de que o livro está enrolando para chegar no desfecho.









Os piores (em ordem aleatória)

Série Diários de Vampiro

De L. J. Smith, a série foi uma completa decepção para mim, pobre mortal que caiu na besteira de assistir à série de Tv antes. A pegada é completamente diferente e os livros são, no máximo, para pré-adolescentes, bem diferente da série.


 
A vida sexual de Catherine M.

O livro tinha um grande potencial, já que a vida de Catherine Miller, sua autora, é completamente lotada de experiências surreais e enlouquecidas. Essa pode morrer afirmando que viu de tudo e que curtiu a vida sem pensar no politicamente correto. Porém, a narrativa não foi feliz e o livro se tornou chato e massante. Uma pena.












Para Sempre 

De Kim Carpenter, esse é um outro livro que tinha muito potencial, mas que perdeu seu encanto por conta da narrativa ruim e da pregação religiosa. Eles deixaram de explorar passagens que os leitores obviamente ficariam curiosos e deram ênfase a algumas partes que não trouxe benefícios nenhum para a história. Por ser uma narrativa de fatos reais, deixou bastante a desejar.









Quem é você, Alasca?

De John Green, o mesmo autor de A Culpa é das Estrelas. Já vou logo avisando que essa colocação é injusta, mas não posso fazer nada se A Culpa é das Estrelas me deixou com expectativas altíssimas em relação a qualquer livro desse autor. Infelizmente, Quem é você, Alasca? não chega ao dedinho do pé de A Culpa é das Estrelas. Não consegui não comparar e me decepcionei.










100 escovadas antes de ir para cama    

Biografia de MelissaPanarello, esse também tinha um potencial absurdo, mas pecou na divisão dos capítulos e em detalhar mais alguns fatos. Entendo que era um diário, mas a edição era primordial para os leitores mergulharem mais na vida da autora. Esperava mais.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Amante Sombrio - J. R. Ward - Ed. Universo do Livros



Esse foi o primeiro livro que mistura sobrenatural com erotismo que li. E, honestamente, é pra não parar mais. Depois desse, decidi seguir a série (essa série chama Irmandade da Adaga Negra, já li os dois primeiros e estou com o terceiro engatilhado) e também comecei a ler uma outra série no mesmo estilo (série Midnight Breed).

A história gira em torno de um grupo de vampiros "bons" em todos os sentidos que compõem a Irmandade da Adaga Negra. Eles são os guerreiros da sua espécie e lutam para proteger sua raça e também os humanos. Seus inimigos são os redutores, humanos que perderam sua alma e seu coração e vivem como zumbis albinos fazendo atrocidades por aí. Super original, né?

E, como se não bastasse, no meio de tudo isso tem sempre uma história de amor pra lá de intensa, com cenas super bem descritas e que dão asas à imaginação ô se dão. Acho que o mais encantador dos personagens da Irmandade são o contraponto entre ser guerreiro (frio, violento, prático e objetivo) e ser apaixonado (romântico, capaz de sofrer, lutar para conquistar seu amor, respeitar a amada acima de tudo).

Neste primeiro livro conhecemos a história de Wrath, o vampiro mais letal do grupo, que é o último de sangue puro, descendente do casal real, que começou com a população vampirística essa palavra existe ou eu cabei de inventar? .

Um dos seus irmãos, Darius, faz um pedido a Wrath em seu leito de morte: ele quer que o guerreiro olhe por sua filha, metade humana, metade vampira, que ainda não passou pela transição e que, em breve, viverá o sofrimento de se tornar uma vampira sem nem sequer imaginar o que está acontecendo.

Só que Wrath, aos poucos, vai se envolvendo com Beth, até que ambos não conseguem controlar o que sentem e se jogam. Claro que, no meio da história, acontecem situações que separam os dois, tem o amigo-apaixonado-pela-protagonista-que-luta-para-conquistá-la e quase estraga tudo e tem a luta com os redutores.

Wrath é puro charme. Como todo bom guerreiro, ele é enorme, lindo, sério, rico, só que é praticamente cego, só enxerga vultos. Ele é o ultimo herdeiro do trono real, mas vai lutar enquanto puder para não assumir seu lugar de direito por não se sentir digno disso. Seus conflitos interiores com o passado dão ainda mais graça à história.

Li em vários blogs por aí elogios ao livro, mas críticas às inúmeras cenas de sexo e aos "exageros". Eu JURO que não entendo como uma pessoa pode re-cla-mar das cenas de sexo do livro. Elas são SUPER bem escritas, super realistas e super combinam com o enredo. E, tendo em vista que é um livro paranormal e erótico, na boa, se você não quer ler sobre sexo, não compre o livro. Simples assim.

SUPER recomendo!!!

Os livros da Série

Os livros que compõem a série, por enquanto, são:

Livro 1 - Amante Sombrio
Livro 2 - Amante Eterno
Livro 3 - Amante Desperto
Livro 4 - Amante Revelado
Livro 5 - Amante Liberto
Livro 6 - Amante Consagrado
Livro 7 - Amante Vingado
Livro 8 - Amante Meu
Livro 9 - Amante Libertada

Livro 10 - Amante Renascido
Livro 11 - Amante Finalmente

Lerei todos ou não me chamo Carla! :)


Sobre a Autora

J. R. Ward vive no Sul dos Estados Unidos com o seu marido e o seu golden retriever. Depois de se ter formado em Direito, começou a sua vida profissional na área da saúde, em Boston, tendo passado muitos anos como chefe de equipe de um dos centros clínicos do país. A escrita foi sempre a sua paixão, e a sua ideia de céu é um dia inteiro com mais nada além do seu computador, o seu cão e a caneca de café.



quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

A vida sexual de Catherine M. - Catherine Millet - Ed. Ediouro

 

Desde 2010, quando publiquei a resenha do leitor sobre esse livro, ele estava na minha lista de desejados. E só fui conseguir lê-lo três longos anos depois, agora em 2013. Trata-se de uma autobiografia sexual, do mesmo jeito que é 100 Escovadas antes de ir para Cama, de Melissa Panarello.

Para alguém principalmente mulheres, nesse mundo ainda tão machista ter coragem de escrever objetivamente e sem rodeios suas experiências sexuais ela precisa ser, no mínimo, uma mulher de fibra. Admiro. 


Ao contrário de 100 escovadas, esse livro não é fácil de ler. A linguagem é rebuscada e muito confusa, em alguns momentos. Frases extremamente longas, analogias complexas e parágrafos enormes fazem parte constante da leitura.

Na essência, a obra resume que sexo e amor são coisas completamente diferentes. E, por mais que as mulheres tenham sido criadas para não separar uma coisa da outra, Catherine conseguia fazer isso tranquilamente desde sempre sortuda uda uda. O livro tem "de um tudo": sexo grupal, entre homens, entre mulheres, com travesti no meio, orgias, surubas e tudo o mais que você conseguir imaginar. E ela faz porque gosta. Inclusive, não tem problema nenhum em não saber sequer o nome de seus parceiros. E, para ela, quanto mais ao mesmo tempo, melhor.

Eu não gostei do tipo de narrativa. Para mim, a leitura ficou bem truncada por causa disso. Se o texto tivesse sido escrito de forma mais casual, acho que teria dado muito mais certo.

Outro fato que me causou estranheza foi ela narrar suas experiências de forma fria, sem expressar seus sentimentos e sensações. É estranho, mas parecia que ela estava flutuando fora de seu corpo enquanto via ela mesma tendo essas experiências.

Apesar de não ter gostado muito do livro, adorei o fato de Catherine ter se jogado e assumido seus desejos perante o mundo. Porque não é só homem que pode ser solteiro convicto e ir atrás de quantidade, néam? 


A partir do momento em que é todo mundo ser humano, as vontades estão aí para serem vividas. Todo mundo tem o direito de fazer o que tem vontade e bem entende. Afinal, quem ousar julgá-la, por um acaso, teria um motivo real sem ser machista ou moralista para isso? Preste atenção se não é recalque. Porque uma coisa é você não se imaginar fazendo o que ela fez e outra, bem diferente, é julgá-la, vamos combinar.

O livro é forte, deixa a gente meio perplexa e é extremamente sincero, mas também é difícil de ler e bem truncado.


Sobre a Autora

Nascida em 1948 na França, Catherine Millet é fundadora e diretora da Art Press, uma das mais influentes revistas de arte francesas, além de autora de Arte contemporânea na França (1987) e Arte contemporânea: história e geografia (2006), entre outros livros. É especialista na obra do pintor espanhol Salvador Dalí e do artista plástico Yves Klein. Conquistou milhões de leitores com o polêmico A vida sexual de Catherine M. (2001), marco na escrita feminina sobre sexo.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Fallen - Lauren Kate - Ed. Galera Record


A série Fallen me cativou pela originalidade. Em tempos de histórias sobre vampiros, surge uma série sobre anjos. E a proposta diferente do livro não para por aí. Eles não são anjos bonzinhos que ficam no céu contando nuvens. Eles são anjos caídos, com um monte de mistérios envolvendo o motivo da queda. 

Confesso que a história me fascinou desde o princípio, apesar de ficar claro, durante toda a leitura, que o público-alvo são os adolescentes. Luce é a personagem principal, que muda de escola depois de uma tragédia e, assim que vê Daniel, fica paralisada, sentindo que o conhece de algum lugar. Ele, estranhamente, foge e é grosso com ela, deixando-a ainda mais intrigada.

Não posso contar o motivo de ela ter sentido isso por ele, mas adianto que a história dos dois vem de looooonga data. Tão romântico! A leitura é uma delícia e a história é super intrigante. 

Na página 100, eu já estava em cólicas para descobrir o motivo de as sombras se aproximarem sempre que Luce e Daniel chegam perto um do outro. E essas sombras, o que tanto tem a ver com Luce? Para uma pessoa curiosa como eu, essa série é um tormento. Eu não parava de ler para ver se minhas dúvidas enfim seriam respondidas na página seguinte.

E Cam, um outro personagem enigmático, aparece para confundir mais ainda a cabeça de Luce. Seria ele melhor para Luce que Daniel? Essas questões e mistérios vão deixando o livro viciante. A gente começa e não consegue mais parar. E só lá para o final é que alguns mistérios são revelados, para dar ainda mais vontade de descobrir os demais.

O primeiro beijo entre Luce e Daniel também demora para acontecer, porque ele sempre fugia antes. E o momento em que Luce vê as asas de anjo de Daniel tinha tudo para ser o ponto alto do livro, mas foi pouco explorada. O ideal dessa série é ler um livro na sequência do outro, como eu fiz. Por conta dos mistérios, é importante não perder o fio da meada. Assim que terminei Fallen, peguei o Tormenta e comecei a leitura das primeiras páginas.

A série contém os livros:
Fallen
Tormenta
Paixão
Êxtase
Apaixonados

Vai virar filme


E Lauren Kate, a autora da série que é só UM ANO mais velha que eu, deve estar rindo à toa! Não contente em ter seus livros vendendo como água no mundo inteiro, ela também vendeu os direitos para que Fallen vá para a telona! O diretor será Saul Cajacuri e a estreia está prevista para acontecer nos EUA em 2014.

Sobre a Autora


Lauren Kate (Dallas, 21 de março de 1981) é uma escritora americana de ficção adulta/jovem. Suas maiores obras incluem The Betrayal of Natalie Hargrove e a saga Fallen, que chegou à terceira posição na lista de best-sellers do jornal The New York Times, na seção de livros infantis/jovens, em 8 de janeiro de 2010.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

A Menina que Brincava com Fogo - Stieg Larsson - Ed. Companhia das Letras




Uns bons meses depois de ter lido Os Homens que não Amavam as Mulheres resolvi terminar a trilogia Millenium e parti para o segundo livro: A Menina que Brincava com Fogo, com suas 608 páginas. Eu estava bem atarefada na época e acabei demorando 15 dias para terminar o livro, mas a história é tão boa que na sequência já comecei o terceiro. A resenha do primeiro livro você confere aqui. 

Nesta obra, o foco principal sai de Mikael Blomkvist e passa a se concentrar quase que totalmente em Lisbeth Salander. O começo do livro, assim como aconteceu no primeiro, pareceu-me um pouco arrastado, como se a história demorasse para engrenar. Se você está passando por isso, não desista, pois te garanto que ela engrena. =)

A história começa com
Mikael tentando aproximação com Lisbeth e ela ignorando-o completamente. Você sofre junto com ele e fica com dó da rejeição, torcendo para que os dois conversem e voltem a formar a dupla do primeiro livro, por mais que eles não combinem em absolutamente nada. Novos personagens entram de cabeça na trama, como Zala - um assassino e ex espião russo - e Miriam Wu - uma amante ocasional e amiga de Lisbeth.

Nesse livro, será possível começar a conhecer todo o passado da personagem e entender os motivos pelos quais ela é tão reservada e desconfiada. Quando essas revelações começam a tomar corpo, você simplesmente não vai conseguir parar de ler. Quer apostar? 

Larsson se mostrou num mestre na arte de deixar o suspense no ar para depois surpreender o leitor. Em A Menina que Brincava com Fogo, nada é o que parece ser. A gente pensa mil coisas, tem plena certeza de que sua irmã gêmea vai aparecer na história e dar uma reviravolta em tudo. Quando acaba o livro, porém, a gente vê que nada disso aconteceu, mas várias outras situações que a gente não imaginava foram desvendadas. O livro é digno de um "uau!" em vários momentos.

Perto do fim do livro, um grande segredo é revelado e, obviamente, assim que acabei o segundo fui correndo pegar o terceiro para começar. Fiquei tão envolvida com a história que fui atrás do filme para assistir. Adorei!!! Lisbeth ficou bem parecida e Mikael também. Agora quero ver os filmes correspondentes aos dois outros livros da trilogia. Confiram o trailer de Os Homens que não Amavam as Mulheres, lançado em 2012.


Sobre o Autor

Karl Stig-Erland Larsson (Skelleftehamn, 15 de agosto de 1954 — Estocolmo, 9 de novembro de 2004), mais conhecido como Stieg Larsson, foi um jornalista e escritor sueco. Destacou-se no cenário internacional pela trilogia Millennium, de sua autoria e lançada postumamente. A Trilogia foi um sucesso de crítica e de público em todos os países em que foi lançada. Em seu país de origem, Suécia, uma em cada quatro pessoas leu pelo menos um exemplar da série.

Larsson viveu boa parte de sua vida na cidade de Estocolmo, tendo trabalhado no campo do jornalismo e sido pesquisador independente do extremismo político em seu país.

Fonte: Wikipedia

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Mais uma viciada na série Belo Desastre!

Eis que ontem eu terminei minha primeira leitura de 2014 - Para Sempre Sua, de Sylvia Day, e na sequência comecei Belo Desastre, de Jamie Mcguire. O que é esse livro???? Simplesmente viciante! Não conseguia parar de ler e só me forcei a fechá-lo porque já era 1h30 da manhã. 

E eu já tenho aqui o Desastre Iminente, para seguir com o segundo livro da série assim que o primeiro acabar. Eba!

E essa leitura tem um gostinho especial por três motivos. Porque (um) eu fui na tarde de autógrafos com a Jamie Mcguire no Shopping Morumbi, em São Paulo, e tenho os meus dois livros autografados (calma, mais pra baixo tem foto!), porque (2) a amiga que foi comigo perguntou se ela ia escrever livro sobre os irmãos de Travis e ela falou que sim (imagina se ela ia perder a chance de faturar mais alguns milhões. Esperteeeenha.) e (3) também porque a Jamie, quando me olhou, elogiou horrores minha tattoo nova. Não é uma fofa? Sim, tenho o maior xodó com essa tattoo, feita em homenagem ao meu filho. Suspiros.


Mas, chega de blá blá blá e vamos às fotos. Deliciem-se:

Eu e Jamie Mcguire na tarde de autógrafos em São Paulo, no fim de 2013.

Meus dois livros da série, autografados

O autógrafo no Belo Desastre

O autógrafo no Desastre Iminente

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Bem Profundo - Portia Da Costa - Ed. Planeta do Brasil


Bem Profundo é um livro que me interessou só pelo título e pela capa. Bem sugestivos, diga-se de passagem. Antes de adquiri-lo, fui dar uma lida em resenhas e vi que elas estavam bem divididas. Muitas falando bem e muitas criticando veementemente a história.

Mesmo assim, algo me dizia para ler. Ainda bem que segui minha intuição, porque eu adorei o livro! Despretenciosa, a história vai te envolvendo sem que você perceba e, de maneira leve, os fatos vão sendo apresentados e esquentando a cada página.

Um dos pontos mais legais do livro é que a protagonista é cheinha, no melhor estilo corpo de brasileira, sabe? Nada de pernas longas e finas, zero gordura abdominal e sutiã 38. Ela é gente como a gente (como eu, pelo menos), com mais carne e curvas pra dar e vender.

Gwendolyne que nominho, meldels é uma bibliotecária divorciada que não passa por um momento de muita auto-estima. Uma das suas tarefas diárias é esvaziar a caixa de sugestões e ler as mensagens. Até que um belo dia, eis que surge, dentro da caixa, uma carta direcionada a ela. E que carta! Ela fica animada e com o ego aflorado após receber a primeira e isso se reflete nas suas atitudes, na maneira que ela se veste e até no seu comportamento.

Mas, quem será que está escrevendo para ela? Gwendolyne passa, então, a observar os homens que vão sempre à biblioteca, tentando achar alguma pista de seu admirador. Ao mesmo tempo, ela começa a se interessar por Daniel, um professor lindo e interessante que fazia uma pesquisa temporária nos acervos da biblioteca.

De erótico no começo, o livro se transforma em um romance clássico no final, mas mesmo assim é fofo e bonitinho. Apesar de previsível, o livro conta com um desfecho surpreendente, que dá uma pitada a mais à história.

Sobre a Autora

Portia Da Costa é uma autora multi-publicada britânica de romances, romances eróticos e ficções eróticas. Seus romances foram publicados por muitas editoras, tanto nos EUA quanto no Reino Unido, e traduzido em muitas línguas, incluindo alemão, espanhol, italiano, holandês, norueguês e japonês.

Ela gosta de escrever livros com cenários contemporâneos, paranormais e, ocasionalmente, futuristas, mas seu novo amor é o romance erótico histórico.

Fonte: Skoob


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

A Rainha do Castelo de Ar - Stieg Larsson - Ed. Companhia das Letras


No fim de 2013, foi questão de honra terminar a trilogia Millenium antes da virada do ano. Com suas 688 páginas e na loucura total para finalizar os projetos pendentes da minha empresa, levei uns 20 dias para ler a obra, mas quando terminei sabia que ia sentir falta dessa trama tão bem elaborada e cheia de surpresas. Certamente essa trilogia foi um dos melhores thrillers que já li.

Neste terceiro livro, Mikael faz de tudo para provar que Lisbeth sofreu a vida toda por conta de ser filha de quem é, ao mesmo tempo em que tenta provar a inocência da amiga, acusada de triplo assassinato. Mesmo internada num hospital para se recuperar de um ataque que quase a matou, Lisbeth consegue meios para se agilizar e desmascarar quem tem culpa no cartório. 

Cheio de surpresas e revelações, o último livro não deixa a desejar e termina de um jeito bem fofo. Depois de ler a última linha, respirei fundo e curti aquela sensação ótima de terminar algo que realmente valeu a pena. 

Um ponto negativo deste livro (assim como do primeiro) é a quantidade de personagens secundários. É tanto nome que eu acabava me perdendo e ficava na dúvida de quem era quem, principalmente em relação aos membros da Seção.

Confira a resenha do primeiro e do segundo livros.


Sobre o Autor

Karl Stig-Erland Larsson (Skelleftehamn, 15 de agosto de 1954 — Estocolmo, 9 de novembro de 2004), mais conhecido como Stieg Larsson, foi um jornalista e escritor sueco. Destacou-se no cenário internacional pela trilogia Millennium, de sua autoria e lançada postumamente. A Trilogia foi um sucesso de crítica e de público em todos os países em que foi lançada. Em seu país de origem, Suécia, uma em cada quatro pessoas leu pelo menos um exemplar da série.

Larsson viveu boa parte de sua vida na cidade de Estocolmo, tendo trabalhado no campo do jornalismo e sido pesquisador independente do extremismo político em seu país.

Fonte: Wikipedia

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Sinto-me Só - Karl Taro Greenfeld - Ed. Planeta do Brasil



Tenho esse livro há anos e sempre deixava a leitura "para depois". Acho que eu já imaginava que seria bem tenso ler um livro que conta a devastação de uma família (e também sua salvação, dependendo da ótica) depois do nascimento de um filho diagnosticado com autismo severo. O livro é uma biografia escrita por seu irmão mais velho Karl, que viu sua vida mudar completamente quando notou que seu irmão era o centro das atenções de uma maneira diferente, causando conversas preocupadas entre seus pais, choros intermináveis de sua mãe e mudanças bruscas na rotina da família. Para sempre. 

Com um texto sem rodeios e bem objetivo, Karl conta como é ser o irmão/filho/aluno "normal" e toda a complexidade que é a vida de alguém que, nos anos 70, recebeu o diagnóstico de algo que não se tinha sequer muita informação, quanto mais tratamentos adequados. 

Tenho esse livros desde antes de engravidar, mas só li agora, quando Arthur já tem mais de 2 anos. Talvez eu não fosse ficar tão tocada e sentir tanta compaixão por Karl e seus pais se eu tivesse lido antes da maternidade, mas acho que, para quem é mãe/pai, esse livro toca profundamente desde a primeira página. Eu sentia tristeza, compaixão, arrepios, frio na barriga e até revolta durante a leitura. É tensa, é triste, é uma história nua e crua. 

O autor intercala metáforas, fatos narrados como observador e trechos do diário de seu pai. A leitura às vezes torna-se truncada, talvez se ele narrasse como uma biografia os fatos ficassem mais interessantes e dinâmicos para serem lidos. Porém, depois de um certo momento, o livro fica bem dinâmico e a leitura flui facilmente. 

E, mesmo sendo uma biografia, prepare-se para uma grande surpresa durante a leitura. Eu fiquei PAS-SA-DA quando notei a reviravolta na história. Esse, com certeza, é o ponto alto do livro. Sensacional a originalidade do autor nessa parte do livro porque, além de ser bem diferente das biografias que já li, a gente não faz sequer a mais remota ideia de que isso vai acontecer. Eu super recomendo, mas prepare a caixinha de lenços e a dose de auto controle, porque naquela época, não preciso nem dizer o tipo de tratamento que estava disponível para autistas e o que seus pais tinham que passar ao ver seus filhos sofrendo violência atrás de violência. =(

Sobre o Autor

Karl Taro Greenfeld é autor de seis livros e eles já foram traduzidos para 12 línguas. Nasceu em Kobe, Japão, viveu em Paris, Toquio, Hong Kong e Los Angeles. Mora com sua esposa, Silka, e suas duas filhas, Esmee e Lola. 


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Começando 2014 com novos livros! Eba!

Feliz 2014, minha gente! Que este ano seja inesquecível, especial e repleto de leituras sensacionais! Li 59 livros em 2013...quantos livros será que lerei este ano? Façam suas apostas! =)

Em 3 dias, já adicionei 40 livros à minha meta de leitura deste ano.Vamos ver o que mais vem por aí...

O bom de ser louca por livros é que fica bem fácil me presentear. Na dúvida, é só comprar um livro que eu ficarei realizada e feliz da vida. De verdade. E assim fizeram minha irmã e minha amiga/comadre. 

Sem querer, elas completaram uma trilogia que eu queria muito ler, mas da qual só possuía o primeiro livro (Grau 26, resenha aqui). Minha irmã me deu o segundo e minha amiga/comadre, o terceiro. 

Pra completar, ganhei o Amante Consagrado também da minha irmã, livro que faz parte da série Irmandade da Adaga Negra, que estou lendo e amando!

Abaixo, a foto dos meus presentões.