sexta-feira, 6 de setembro de 2013

A Culpa é das Estrelas - John Green - Ed. Intrínseca



Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados, e sou muito grata por isso”.

Juro que eu vou tentar mas duvido que eu consiga não ser absurdamente passional ao escrever esta resenha. Sim, porque esse livro mexeu tanto comigo e com a torcida do Flamengo que ele entrou para a seleta lista dos 5 melhores livros que já li. E olha que eu leio livro, viu. Quem me conhece, sabe.

A obra tem todos os elementos para ser sensacional. A narrativa do autor é leve, fluida, divertida sem ser escrachada, romântica sem ser piegas, dramática na medida certa e incrivelmente original, daquelas que a gente não tem como imaginar como termina. 


Esse é um daqueles livros que a gente tem vontade de gritar para o mundo: parem agora de fazer o que estão fazendo, passem na livraria mais próxima e comecem a ler hoje mesmo!

 Eu senti tanta coisa junta lendo esse livro que não conseguiria nem relacionar aqui. Estava chorando de rir com algum trecho e, duas páginas depois, chorando enlouquecidamente, morta de dó e de compaixão por Hazel (a protagonista).

A historia gira em torno de Hazel, uma adolescente com câncer que vive com a sensação de que está fazendo hora extra no mundo e que, a qualquer momento, pode piorar e morrer. Então, ela tenta lidar com isso da melhor maneira possível e ver o lado positivo das coisas, sem perder o pouco tempo que lhe resta chorando cheia de depressão e de pena de si mesma. Para completar, ela precisa andar com um cilindro enorme de oxigênio do seu lado, chamando mais atenção do que gostaria por onde passa.

Já Gus (Augustus), que forma o casal da história com Hazel, é lindo e um adolescente ótimo no Basquete. Parou de jogar porque perdeu uma perna para o câncer que, apesar de ter sido vencido, deixou sua marca eterna no jovem. O humor ácido de Hazel combinado com o sarcasmo de Gus é um show à parte na história, tirando muito da carga dramática de um enredo que trata de um assunto tão cruel.

A história sofre uma reviravolta incrível, capaz de despedaçar nossos corações em milhões de pedacinhos. Admito que chorei litros e, se você já leu e tem coração, duvido que não tenha feito o mesmo. Eu olhava o relógio à noite (só leio à noite, antes de dormir) e pensava: "Já é tão tarde? Droga". Normalmente eu ainda lia mais um ou dois capítulos, porque simplesmente não conseguia fechar o livro.

Fora isso, andava suspirando pelos cantos, rindo à toa, com mais energia pra malhar, com menos fome e sentindo-me a pessoa mais sortuda do mundo por, simplesmente, poder viver. Sim, o livro faz isso com você. E muito mais.

Aproveitem. Não percam a chance de ler. Livros tão bons assim são bem raros. E inesquecíveis. (suspiros)

Fãs Fanáticos

Sou tão fã do livro que fiquei louca por esses mimos. Quem vai me dar de presente? Serei eternamente grata. 


Esse colar não é um luxo?














Minha mão ficaria tão mais fofa com esse anéis...

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 E esse All Star, minha gente?!


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Sobre o autor

John Green, autor premiado e best-seller do The New York Times, é formado em língua inglesa e estudos religiosos pelo Kenyon College, em Ohio. Nasceu em 1977 em Indiana, onde vive com a mulher e o filho, e ao longo dos anos morou em Nova York, Illinois, Michigan, Flórida e Alabama.

Atuou como redator na National Public Radio em Chicaco, foi editor assistente e de produção da revista de resenhas literárias Booklist e assinou críticas de livros para o The New York Times.

Personalidade ativa na internet, além do próprio blog, do Twitter e do canal do YouTube Vlogbrothers, John coapresenta os vídeos do projeto “Crash Courses”: canal on-line com aulas gratuitas de história e biologia. 


Ele autografou todos os 150 mil exemplares da primeira tiragem de A culpa é das estrelas nos Estados Unidos.

E, não se esqueçam: "Alguns infinitos são maiores que outros".

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